BestFly: Se o governo ainda não entregou contrato aos deputados é porque ainda não recebeu um requerimento formal – PM

24/11/2021 13:19 - Modificado em 24/11/2021 13:20

O Primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva afirmou hoje, no Parlamento, que se os Deputados ainda não receberam tal contrato é porque ainda o Executivo não recebeu um requerimento formal para a entrega do contrato. “Temos que cumprir as formalidades”, reforçou, indicando que quando receberem tal pedido, disponibilizarão o contrato.

Estas declarações foram feitas durante o debate sobre a “Transparência como um fator de desenvolvimento”, com o Primeiro-ministro, no Parlamento, em resposta às solicitações do PAICV, através do deputado Rui Semedo, que acusou o governo de falta de transparência nas suas ações.

“Para o PAICV, o governo tinha-se comprometido a trazer a lei do concurso público em dezembro de 2016, e até ainda não veio. E nesse aspeto há falha, não é suspeição. É constatação, porque há uma falha e incumprimento”, apontou o deputado do PAICV que considera que a transparência garante segurança jurídica das pessoas, segurança jurídica dos negócios e segurança jurídica transações e que isso sustenta o deputado qualifica e credibiliza Cabo Verde e,” aumenta o nível de Confiança de Cabo verde junto dos parceiros investidores”.

Ulisses Correia e Silva reafirmou que o Governo não tem nada a esconder, e que o PAICV, “como sempre” quer criar um caso premeditado sobre o contrato emergencial do BestFly. “Como este governo não tem absolutamente nada a esconder, nós temos o contrato, e a Ministra da Presidência vai fazer uma carta à mesa da Assembleia para dar cobertura e fazer a sua entrega” frisou.

Entretanto acusou a bancada parlamentar do maior partido da oposição de solicitar o contrato com dois objetivos. “É preciso ter em conta que quando o contrato foi já com esta ideia de, primeiro, criar suspeições relativamente ao contrato, ao seu conteúdo sem o conhecer. Depois pediram na expectativa, de que não seria entregue para continuarem a alimentar e a “cavalgar” sobre estas suspeições. Tem sido assim desde de 2016, não vai mudar”, frisou Ulisses Correia e Silva.

Já o deputado do MPD, Emanuel Barbosa reforça a ideia de que o PAICV “continua a insistir nesta matéria”. E acusa o partido da oposição de trazer sempre “um sofá de casos, casinhos”, para o debate, e que focam sempre no TACV e BestFly. “E nunca conseguiram concretizar nenhuma situação de falta de transparência.

EC

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