Cabo Verde passa a situação de alerta e deixa ser obrigatória a utilização de máscara na via pública em todo o país

28/10/2021 12:32 - Modificado em 28/10/2021 12:56
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Com a saída da situação de contingência para a situação de alerta devido à covid-19 e deixa de ser obrigatória a utilização de máscara na via pública em todo o país, avançando ainda o relaxamento de várias medidas, como reabertura de discotecas, retirada de limitação em eventos desportivos e recreativos anunciou hoje o primeiro-ministro.

Com o país a atingir os 80% da população com idade igual ou superior a 18 anos, vacinada com pelo menos uma dose e cerca de 57% da população elegível com vacinação completa de duas doses e com uma taxa de taxa de positividade inferior a 4%, bem como a taxa de transmissibilidade 0,76, o governo declarou, hoje, que o país deixa a situação de contingência para a situação de alerta, em todo o território nacional.

Ulisses Correia e Silva, no seu pronunciamento, avançou que há uma tendência de estabilização da pandemia da COVID-19 em Cabo Verde, entretanto alertou que o coronavírus não desapareceu.

Por isso, realçou, que o alívio das restrições ainda vigentes exige a manutenção de medidas de prevenção e contenção, nomeadamente o uso de máscaras e a higienização das mãos por parte dos cidadãos.

“É preciso continuar o esforço de vacinação, quer nas primeiras, quer nas segundas doses. Reforço de ação vai ser dirigido aos municípios de Santa Catarina, Tarrafal e São Salvador do Mundo, que registam uma taxa de vacinação ainda inferior aos 70%”, salientou.

Ulisses Correia e Silva explicou que tendo em conta a situação epidemiológica, o nível de vacinação e a saída da situação de contingência para a situação de alerta permitem o funcionamento de estabelecimentos com atividade de dança e o levantamento de limitação de lotação em eventos culturais, desportivos, artísticos, recreativos e de lazer, realizados em recintos e espaços com controlo de entradas.

“Termino com um sentimento de otimismo, mas ao mesmo tempo com a indicação clara de que o combate contra a COVID 19 ainda não está ganho”, que alerta para a continuação de proteção, porque o vírus circula por aí e pode infetar as pessoas. “É preciso continuar e reforçar a disponibilidade de cada cabo-verdiano para a vacinação. O Governo tem feito e vai continuar a fazer tudo para proteger, vacinar e retomar o crescimento económico e o emprego”.

EC

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