Exportações de conservas e peixe congelado sobe a mais de 2 milhões de contos entre janeiro a julho

28/09/2021 22:28 - Modificado em 28/09/2021 22:29
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De acordo com o mais recente relatório estatístico do Banco de Cabo Verde sobre as exportações, as vendas de conservas e peixe congelado representaram mais de 80% das exportações do país entre Janeiro e Julho, cifrando-se em quase 2.190 milhões de escudos.

Trata-se de um aumento de quase 4% face aos primeiros sete meses de 2020, quando essas vendas atingiram 2.108 milhões de escudos.

Conforme o documento, no mês de julho Cabo Verde exportou mais de 586 milhões de escudos em conservas e peixe congelado, o valor mensal mais elevado desde pelo menos 2019.

Neste sentido, o país continua forte na indústria conserveira, essencialmente na ilha de São Vicente. Para servir esta cadeia de atividades o país dispõe de três entrepostos frigoríficos na ilha de São Vicente, sendo a maior dessas unidades operada pela empresa ATUNLO, com capacidade para o armazenamento de 3.000 toneladas de pescado, para além da Frescomar e do Complexo de Pesca da Cova de Inglesa.

Sem a aprovação do novo pedido de derrogação desde 2020, estas exortações teriam de fazer face a vultuosos encargos aduaneiros que colocariam em risco a sobrevivência do setor, originando grandes perdas em matéria de emprego.

 Com efeito, a Comissão Europeia aprovou em junho uma derrogação de três anos das regras de origem preferencial nas conservas de filetes de atum, sarda, cavala e judeu por Cabo Verde.

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