INSP pede reforço de higiene para travar surto de conjuntivite

27/09/2021 23:56 - Modificado em 27/09/2021 23:56
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A presidente do Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP), Maria da Luz Lima, diz que se trata de uma crise que afeta o país anualmente, no verão e que este ano registou um aumento. E alerta para evitar automedicação.

Com presença na ilha de Santiago, com maior destaque na cidade da Praia, e também no interior. “E um pouco por outras ilhas”, apontou a responsável que confirmou a presença de um surto de conjuntivite, desde semana passada, na Cidade da Praia, e com alguns casos registados em outros concelhos.

A responsável adiantou que pelos dados recebidos, na semana passada, já pode ser considerado um surto, pelo que no momento a instituição está a trabalhar no processo de divulgação sobre as melhores formas de prevenção.

É altamente transmissível e que estão a estudar as causas da doença que está a afetar em grande número cidadãos da cidade da Praia.

A conjuntivite é uma doença que agride a parte mais superficial do olho, a conjuntiva.

A inflamação pode ocorrer por vírus, bactéria ou mesmo em decorrência de alguma alergia.

Os surtos de conjuntivite acontecem por a doença ser causada por um vírus com alto poder de disseminação e contaminação das pessoas.

Os principais sintomas são intenso desconforto, sensação de areia nos olhos, secreção, vermelhidão, lacrimejamento, fotofobia, inchaço nas pálpebras e a coceira característica. Casos mais severos podem ter hemorragias conjuntivais e dor mais intensa.

Em geral, a conjuntivite pode durar cerca de uma semana, mas esse tempo pode variar de acordo com a inflamação causada nos olhos.

A melhor forma de prevenção para a conjuntivite é lavar as mãos, principalmente, após frequentar locais públicos com alto fluxo de pessoas, como autocarro e escolas.

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