Afrobasket’2021 Feminino: Cabo Verde em campo frente ao Quénia focado na vitória

19/09/2021 18:39 - Modificado em 19/09/2021 20:13
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A selecção feminina de basquetebol de Cabo Verde começou esta tarde, a sua estreia na 27ª edição do Afrobasket que decorre nos Camarões, ante a sua congénere do Quénia, focadas em vencer e seguir os passos da seleção masculina que atingiu recentemente as meias-finais da competição.

Em entrevista a este online a partir dos Camarões, onde a seleção prepara para a sua estreia na maior competição de Basquetebol a nível do continente africano, a basquetebolista Maria Correia, conhecida no mundo do basquetebol como “Tchumas Correia” assegura que a seleção está motivada e preparada para esta competição que arrancou na sexta-feira, 17 e cuja final está marcada para o dia 26 de setembro. 

Noticias do Norte-  Como está correndo a preparação?

Maria Correia- Está correndo bem. Já conseguimos reunir toda equipa e até agora já fizemos três treinos em conjunto.

NN-Quais são as expetativas para o jogo inaugural frente ao Quénia?

MC- É entrar  concentradas na nossa defesa e no ataque, mas principalmente na defesa, o resto vai acontecer no decorrer do jogo.

NN- Que dificuldades esperam para este jogo?

MC- O Quênia foi um dos nossos adversários no Afrobasket 2019.  É uma seleção  que tem vantagem sobre nós por causa da altura das jogadoras. Mas temos que saber utilizar as nossas armas para poder vencer, como aconteceu em 2019. Mas, claro cada jogo é um jogo e tudo  acontece conforme a situação do jogo.

NN- Qual é o estado de espirito que reina neste momento na seleção?

MC- O espírito da nossa seleção é sempre positivo, independentemente de qualquer circunstância. Vivenciamos uma união a base de brincadeiras e danças e isso é muito importante para manter o nosso foco e objetivo.

NN- São apenas dois jogos na fase de grupos, o que quer dizer que um resultado negativo ou positivo poderá ser determinante. Por isso, pergunto como vão abordar este jogo?

MC- Claro um dos resultado pode nos levar a um posicionamento diferente, porque com duas vitórias vamos ficar em primeiro do grupo e com isso vamos automaticamente para os quartos de final.

Se ganhamos um e perder o outro vamos jogar com o segundo classificado do outro grupo à procura de uma vaga para as meias-finais. Se perdermos os dois jogos seremos eliminados automaticamente.

Por isso, o objetivo da equipa é entrar com concentração e ir jogo a jogo à procura de uma vaga nas meias-finais, é claro.

NN- Gostaríamos de saber o objetivo traçado para esta competição

MC- O nosso objetivo é buscar um posicionamento diferente do Afrobasket 2019. Como sabemos, a nossa seleção masculina de basquetebol já deu um pulo grande a nível de África e nós também entramos para dar o nosso máximo e o melhor na quadra para o bem da nossa seleção e da nossa nação.

NN- Qual mensagem que envia para a população cabo-verdiana?

MC- Espero uma corrente positiva de todos os Cabo-verdianos quer no país ou na diáspora que nos transmitem uma onda de força e união, porque como disse o internacional Edy Tavares, “Undi tem união tem vitória”.

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