Doentes recuperados de covid-19 em Cabo Verde passam a ser vacinados três meses após a data do diagnóstico

20/07/2021 01:01 - Modificado em 20/07/2021 01:02
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Cabo Verde vai, a partir de agora reduzir o intervalo de tempo para as pessoas que já tiveram covid-19 tomarem as vacinas, de seis meses para três meses, a partir da data do diagnóstico, foi anunciado esta segunda-feira.

As informações foram avançadas na habitual conferência de imprensa semanal de ponto de situação da pandemia no país pelo diretor nacional de Saúde, Jorge Noel Barreto, que indicou que o país vai, a partir de agora, reduzir o intervalo de tempo para as pessoas que já tiveram covid-19 tomarem as vacinas, de seis meses para três meses, a partir da data do diagnóstico.

“As pessoas que já tiveram Covid, devem contar três meses a partir da data que tiveram o seu diagnóstico e fazerem a sua inscrição ou procurar um centro de saúde para que possam ser vacinados”, explicou a mesma fonte salientando que esta decisão foi baseada “como sempre em orientações científicas e permitir que essas pessoas possam estar mais protegidas em relação a covid-19”.

Neste momento, segundo o DNS os doentes que já recuperaram podem ser vacinados após três meses, depois de terem saído dos isolamentos.

Jorge Noel Barreto, avançou que o Ministério da Saúde, esteve a discutir as novas informações científicas disponíveis e chegou-se a conclusão para a reduzir o intervalo de tempo para pessoas que já contraíram a doença em serem vacinados.

O mesmo aproveitou para alertar as pessoas que já receberam as duas doses de vacinas disponíveis no país, que ao viajar para fora do país devem ainda efetuar o teste PCR de despiste da doença, visto que ainda consta das normas plasmadas no Boletim Oficial.

“Estas resoluções ainda não foram alteradas. Mas pensamos que brevemente poderão sofrer alguma alteração, precisamente para contemplar as pessoas que já estão completamente vacinadas” sustentou.

No entanto, avisou que mesmo vacinadas as pessoas estão sujeitas a contrair doença, pelo que devem continuar a seguir com rigor as medidas de prevenção, como o uso de máscara facial, lavagem das mãos e distanciamento social.

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