Jorge Carlos Fonseca classifica de “extrema gravidade” a saída de Arlindo Teixeira do país

1/07/2021 14:03 - Modificado em 1/07/2021 14:03

O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, considerou hoje de “extrema gravidade” o caso da fuga do acusado Arlindo Teixeira, e pediu uma “averiguação e investigação com rigor”, frisando que o processo deve ser executado o mais “breve possível”.

Em declarações à imprensa, hoje na cidade da Praia, à margem da cerimónia de comemoração do Dia Nacional de Luta Contra o Uso Abusivo do Álcool e do 5º aniversário da campanha “Menos álcool, mais vida”, JCF, afirmou que este facto “causa alguma perplexibilidade”, visto que uma pessoa que está obrigada pela justiça a permanecer numa habitação, em virtude de um processo judicial, portanto, não pode sair do País, consiga “furtar-se à vigilância das autoridades”.

“Entendo que este é um tipo de averiguação e verificação que deve ser feita, além do rigor, com o mais expedito possível, o que quer dizer que essas responsabilidades devem ser apuradas no mais breve espaço de tempo. A necessidade de haver respostas concretas pela sua gravidade” sustentou o chefe de estado.

Nisto, instou as autoridades competentes a “investigar com rigor” e sancionar os prevaricadores que driblaram a lei para cometer este ato.

“Todas as instituições cabo-verdianas devem trabalhar para a afirmação da sua credibilidade e não para desacreditação do sistema no país. O nosso estado direito tem fragilidades e tem estado numa caminhada de afirmação crescente. Temos feito as reformas necessárias que se exigem, mas de forma progressiva” pontuou Jorge Carlos Fonseca.

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