PN abre inquérito para apurar se houve “falhas” após fuga de Arlindo Teixeira

29/06/2021 15:36 - Modificado em 29/06/2021 15:36

A direção da Polícia Nacional informou hoje que está a investigar se houve “falhas” da instituição após o arguido Arlindo Teixeira, que se encontrava em prisão domiciliária, fugir do País na madrugada de sábado rumo a Lisboa.

A PN explicou que tomou conhecimento no passado dia 17, através do despacho do Supremo Tribunal da Justiça (STJ), da revogação das medidas de coação de obrigação de apresentação periódica às autoridades e de interdição de saída do País, até então em vigor contra o arguido Arlindo Teixeira, com a consequente devolução do passaporte ao arguido.

“O citado acórdão impunha agora ao arguido a obrigação de não se ausentar da habitação em que de momento residia, cabendo à Polícia Nacional a fiscalização do cumprimento da obrigação referida”, lê-se na nota.

De acordo com a mesma fonte, a partir do dia que a PN teve conhecimento desta medida realizou diligências de fiscalização. 

No comunicado, a PN confirmou que o arguido Arlindo Teixeira viajou no domingo de manhã no voo da TAP com destino a Lisboa, “incumprindo com a obrigação” de não se ausentar da residência e informou que neste momento está a investigar se a instituição falhou e de que falhas se tratam.

Arlindo Teixeira terá deixado Cabo Verde na madrugada de sábado rumo a Lisboa, de avião e chegou à França na madrugada de segunda-feira, 28, numa fuga, que, alegadamente, teve ajuda do seu advogado Amadeu Oliveira.

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