Aprovação e implementação da lei de Programação Militar é essencial para a concretização dos investimentos

28/06/2021 16:16 - Modificado em 28/06/2021 16:16
Foto: INFORPRESS

Essas declarações foram feitas pela ministra de Estado, da Defesa Nacional e ministra da Coesão Territorial, esta segunda-feira, em São Vicente, no âmbito de uma visita ao Comando da Guarda Costeira e Comando da 1ª Região Militar, na ilha de São Vicente.

Janine Lélis diz que a lei de Programação Militar, que foi proposta pelo seu antecessor Luís Tavares, permitirá dar “um outro nível de resposta” às necessidades das Forças Armadas (FA).

A ministra da Defesa, citada pela Inforpress, aponta que a aprovação e implementação da referida lei, permitirá dar um “outro nível de resposta”.

“Porque, efectivamente, a partir daí, nós teremos um instrumento de planificação a médio e longo prazo para dar resposta a esses investimentos, que são tão essenciais e fundamentais, porém, de significativo valor e peso orçamental”, asseverou Janine Lélis.

A ministra da Defesa referiu ainda as preocupações relacionadas com a revisão do conceito estratégico, regulamentação da saúde militar e do programa soldado cidadão, que, considerou, “tem dado bons frutos”.

“Estou ciente que o caminho será mais fácil quanto mais acesso tivermos aos meios e aos equipamentos, mas também existe uma programação e consensualização que precisam ser feitas para que no orçamento, nós todos estejamos a lutar a nível do Ministério da Defesa”, exortou.

Janine Lélis, que assumiu o cargo recentemente e tem tomado pulso de todas as estruturas da instituição castrense no País, confirmou a sua “confiança” nas Forças Armadas para “continuar a fazer”.

“Pode-se sempre fazer e sempre vai-se fazendo. É verdade que a gente tem uma missão grande e queremos sempre fazer mais com um ritmo mais acelerado”, sustentou a ministra, que aproveitou para agradecer as Forças Armadas por todo o trabalho feito até agora.

A criação de uma lei de Programação Militar foi sugerida às Forças Armadas em 2020 pelo antecessor da pasta da Defesa, Luís Filipe Tavares, alegando que tal diploma poderia dar uma “noção exata” das necessidades da instituição a longo prazo e através desta “ter financiamento interno e externo para a concretização dos investimentos.

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