São Vicente recebeu hoje mais 15 mil doses de vacina e vai aumentar capacidade de vacinação a partir desta quinta-feira

16/06/2021 20:28 - Modificado em 16/06/2021 20:28

A Região Sanitária de São Vicente recebeu esta quarta-feira, 16, mais 15 mil doses de vacina contra a covid-19 e vai aumentar, a partir desta quinta-feira, a sua capacidade de imunização da população.

O Delegado de Saúde de São Vicente, Elísio Silva, em conversa com o NN, informou que neste momento mais de 10 mil pessoas já estão vacinadas contra a covid-19, com pelo menos uma dose de uma das vacinas no país, representando cerca de 20% da população elegível.

Neste lote, inclui-se os profissionais de saúde, bombeiros, polícia nacional, professores, forças armadas, funcionários de instituições, sendo que continuam a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos e pessoas com doenças crónicas com mais de 18 anos.

Até esta quarta-feira, segundo o DS de São Vicente, existem sete postos fixos de vacinação e ainda um posto móvel que tem atuado no litoral de São Vicente. “Até hoje vacinamos mais de 750 pessoas por dia, ou seja, num ritmo bastante bom, colocando São Vicente como sendo uma das ilhas com maior percentagem da população já vacinada” sustenta.

“Vamos aumentar os grupos de vacinação, porque vamos passar agora a vacinar de manhã e à tarde, com a ajuda de outros parceiros. Acreditamos que até novembro/dezembro se houver mais vacinas teremos mais de 70 % da população elegível da ilha já vacinada” vinca.

Neste sentido, assegura que vão se juntar a outros parceiros, entre as quais a Universidade do Mindelo, num acordo onde os estudantes do quarto ano de enfermagem vão estar como registadores/vacinadores, aumentando assim a rapidez de vacinação.

Instado a analisar a situação epidemiológica da ilha, Elísio Silva, diz que está “muito melhor” comparando com as outras semanas, onde o número de casos vai diminuindo, como também o número de internados no HBS onde estão 4 pessoas internadas que estão a recuperar. “A situação é boa e está a melhorar.

“O estado de calamidade ajudou muito” concluiu.

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