IGAE encerra mais de 100 estabelecimentos em São Vicente durante o mês de maio

2/06/2021 21:14 - Modificado em 2/06/2021 21:14

Boa Vista e São Vicente são as ilhas com maior número de estabelecimentos comerciais encerrados pelo Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros (SNPCB), por violação do cumprimento das normas e medidas sanitárias, na sequência da situação de calamidade decretada no país.

Conforme dados disponibilizados pelo SNPCB, no período entre 30 de abril e 30 de maio foram fiscalizados 6.995 estabelecimentos comerciais, com 225 destes encerrados na Boa Vista, seguindo-se São Vicente com 164, ao qual se segue a cidade da Praia com 156.

Bares, restaurantes e similares, dos quais cinco mil foram notificados, constituem o lote dos 635 estabelecimentos comerciais encerrados.

Hélio Semedo revelou que 887 estabelecimentos comerciais de consumo de bebidas, nomeadamente bares e similares violaram o horário do serviço estipulado pela lei, tendo, de igual forma, avançado que foram remetidas 27 coimas à Inspeção Geral das Actividades Económicas (IGAE) para aplicação das medidas legais como a cassação de licença de funcionamento.

Hélio Semedo garante que as medidas restritivas adotadas pelo governo e as ações empreendidas pela equipa multidisciplinar constituída por técnicos, inspetores e efetivos da IGAE, da ERIS, das delegacias de saúde, da IGT, da Polícia Nacional, das Forças Armadas e guardas municipais surtiram efeitos imediatos no rompimento da cadeia de transmissão do SARC-CoV-2 no seio da comunidade.

Quanto a medidas adotadas no quadro da prorrogação da situação de calamidade em todo o território nacional, por mais 30 dias, frisou que no novo plano de ação de fiscalização o SNPCB vai apertar a vigilância das principais praias balneares, sobretudo nas ilhas do Sal, da Boa Vista e do interior de Santiago.

Prometeu ainda “mão dura” a todos os cidadãos e operadores económicos pelo incumprimento das medidas e normas de segurança sanitária.

Durante as ações, as autoridades constataram ainda que 887 estabelecimentos comerciais (de consumo de bebidas alcoólicas, nomeadamente bares e similares) violaram o horário de funcionamento do serviço, que está estipulado por lei até às 21 horas locais.

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