Paulo Rocha: “Devemos manter-nos vigilantes para que esta excelente situação epidemiológica de São Vicente se mantenha”

19/03/2021 15:56 - Modificado em 19/03/2021 15:56

O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, regozijou-se com a saída de São Vicente do estado de calamidade para o de contingência, apontando que a população terá que se “manter vigilante para que esta excelente situação epidemiológica de São Vicente se mantenha”.

“O Estado de calamidade foi muito importante para conter e conseguimos um importante abrandamento do ritmo de transmissão. São Vicente conseguiu este importante objetivo. O ritmo de transmissão baixou consideravelmente, graças às medidas que foram implementadas” começou por dizer o governante ao ser instado pela imprensa, durante o ato de testemunho da aplicação da primeira vacina da Pfizer na ilha.

Conforme Paulo Rocha, o estado de contingência da proteção civil, quer dizer que se deve “manter vigilantes para que esta excelente situação epidemiológica de São Vicente se mantenha” e com isso conseguir, por um lado “salvaguardar a 100% o sistema de saúde, por outro não sobrecarregar os profissionais de saúde e ainda salvaguardar a vida que é o mais importante no meio disto tudo”.

Por sua vez o Delegado de Saúde de São Vicente, Elísio Silva, apelou à população, que independentemente do estado em que se estiver “teremos que manter a indicação sanitária que é nos fornecida, como uso de máscara facial, distanciamento social e evitar aglomerações”.

“A população não pode relaxar só porque mudamos para o estado de contingência. Teremos que reforçar ainda mais as medidas com rigor, para que possamos eliminar esta pandemia da nossa ilha e de Cabo Verde” frisou.

O mesmo mostra-se ainda preocupado com a aproximação das eleições legislativas, visto que ainda está bem fresco na memória o revés que a ilha sofreu após a campanha eleitoral das eleições autárquicas ocorrida em outubro de 2020, que fez disparar os casos da covid-19 na ilha.

“As eleições acarretam riscos, mas acho que vão ser tomadas medidas a nível nacional, para que durante a campanha eleitoral não haja aglomerações, porque ainda estamos em plena pandemia. E todo o cuidado é pouco. Sabemos que durante as campanhas eleitorais ocorrem aglomerações, mas acho que vão ser dadas indicações e tomadas medidas para que não haja o nível de aglomerações que aconteceu nas autárquicas” vincou Elísio Silva.

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