Mindelenses na expectativa sobre a renovação ou não do estado de calamidade

19/02/2021 00:04 - Modificado em 19/02/2021 00:04

O estado de calamidade que vigora na ilha desde 15 de janeiro, devido ao agravamento da situação sanitária relacionada com a covid-19, ficou concluída na passada segunda-feira, pelo que os mindelenses, sobretudo os operadores económicos mostram-se expetantes sobre se vai ser renovado ou não.

Desde que terminou o estado de calamidade na ilha, a 15 de fevereiro, o Governo não se pronunciou se a intenção passa pela renovação ou não desta situação, pelo que os mindelenses pedem celeridade do executivo numa declaração oficial sobre em que estado vai passar a estar a ilha nos próximos tempos.

Alguns operadores económicos como donos de restaurantes e bares, com que o NN teve a oportunidade de falar asseguram que apesar da falta de um posicionamento oficial por parte do Governo, continuam a cumprir com o horário estipulado sobre a abertura e o fecho dos estabelecimentos.

É o caso de António Dias gerente de um bar da localidade de Espia que diz que apesar de ainda não ter informações por parte das autoridades sanitárias tem cumprido na íntegra o horário para o fecho do seu estabelecimento. “Acho que deveriam dizer-nos algo o mais breve possível, porque estamos perdendo muito neste momento, apesar de entendermos que foi uma decisão boa em prol da saúde pública. Mas só que não podemos ficar neste impasse” alega.

A mesma observação é feita por Domingos Nascimento, dono de um outro estabelecimento que explica que devido a ausência de informações tem cumprido com rigor a lei. “Neste momento tivemos uma diminuição do número de casos ativos de covid-19 na ilha. Acho que não faz sentido prorrogarem o estado de calamidade, porque já perdemos muito rendimento” enfatiza.

De realçar que neste momento São Vicente tem 52 casos ativos de covid-19.

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