Eurodeputada Mónica Semedo pretende continuar no Parlamento Europeu na condição de independente

14/02/2021 20:14 - Modificado em 14/02/2021 20:15

A eurodeputada de origem cabo-verdiana, Mónica Semedo, eleita pelo Partido Liberal (DP) do Luxemburgo, que foi suspensa das suas funções no Parlamento Europeu (PE), por um período de 15 dias, por atos de assédio moral contra os seus assistentes parlamentares, anuncia que quer continuar no PE na condição de independente.

Depois da suspensão no passado dia 19 de janeiro, a deputada Mónica Semedo, de acordo com a imprensa luxemburguesa, quer cumprir o seu mandato no Parlamento Europeu após a rutura com o DP, partido pelo qual foi eleita.

Filha de cabo-verdianos de Santa Catarina de Santiago, Mónica Semedo nasceu no Luxemburgo em 1984, garante que não vai renunciar ao seu mandato de deputada europeia.

De realçar que Mónica Semedo foi suspensa do Parlamento Europeu por duas semanas, acusada de assédio moral a três ex-assistentes. A polémica levou a ruptura com o DP, partido pela qual foi eleita e que, agora, lhe retirou a confiança política.

Antes de ser eurodeputada foi apresentadora de televisão e responsável de comunicação do Luxembourg for Finance. Mónica Semedo é licenciada em Ciências Políticas pela Universidade de Trier, na Alemanha, onde defendeu uma tese sobre as negociações do segredo bancário no Conselho dos Assuntos Económicos e Financeiros (Ecofin).

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