São Vicente fora da retoma das atividades desportivas

15/01/2021 15:13 - Modificado em 15/01/2021 15:13
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A ilha de São Vicente por estar em situação de calamidade, não faz parte das ilhas que vão retomar as atividades desportivas, conforme avançou hoje o Ministro do Desporto, Fernando Elísio Freire.

A informação foi avançada pelo ministro do Desporto, Fernando Elísio Freire, em conferência de imprensa na cidade da Praia, onde vincou que Governo decidiu pela retoma das actividades desportivas, mas sem presença do público, e definiu vários níveis de risco para cada modalidade e, conforme o grau de risco, a regra é a realização de testes.

Com a definição de todo o arquipélago em estado de contingência, com a excepção da ilha de São Vicente onde foi decretado o estado de calamidade, o Governo decidiu fazer uma retoma das actividades desportivas com segurança.

Neste panorama, nas modalidades de golfe, xadrez e surf classificados com grau de propagação do vírus “muito baixo” não haverá a necessidade de se fazer teste.

Já nas modalidades de atletismo, natação, ténis de mesa, ténis, esgrimas, definidos com grau de contágio “baixo”, informou, há que ter um selo de conformidade nas infra-estruturas e em princípio o teste não será recomendado.

Já no nível de risco de contágio “moderado” como futebol, futsal de pavilhão e de praia, voleibol, futebol de praia, andebol, basquetebol tanto 5×5 como 3×3, halterofilismo, ginástica, informou que será elaborado um plano de competição entre as autoridades sanitárias e as respectivas federações.

Nas modalidades com “elevado” nível de contágio, como boxe, judô, taekwondo e karatê também será elaborado um plano sanitário da competição e será exigido a realização de testes.

“A decisão passa, por um lado, da proibição até à permissão, com regras muito bem definidas. Feito este quadro de definição das modalidades que são de baixo risco, risco moderado, com elevado risco será definido o nível de teste que será aplicado”, precisou.

Em relação à presença dos adeptos nas competições, Fernando Elísio Freire disse que regra geral “é sem público, mas em caso de autorização de público, dependendo da situação epidemiológica de cada ilha e por vezes de cada município, em caso de autorização não poderá exceder os 25% da lotação total da infra-estrutura em causa”.

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