Sintsel: “Os vigilantes de segurança privada em São Vicente após greve de setembro foram alvo de represálias”

13/11/2020 16:38 - Modificado em 13/11/2020 16:38
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O presidente do Sindicato Nacional dos Agentes de Segurança Pública e Privada, Serviços, Agricultura, Comércio e Pesca (Sintsel), Manuel Barros, afiançou hoje que agentes de segurança privada estão a sofrer represálias após a participação na greve de setembro.

De acordo com Manuel Barros, que falava em conferência de imprensa hoje, no Mindelo, para balanço dos encontros com vigilantes, estes confirmaram que após a greve dos dias 21, 22 e 23 de setembro houve “represálias” impostas por empresas como a Sepricav, Silmac e Sonasa.

“Os vigilantes de segurança privada em São Vicente após greve de setembro foram alvos de represálias” vincou.

Nesta sequência, foram erguidos processos disciplinares a trabalhadores e que obrigaram o Sintsel a fazer algumas denúncias a instituições como a Inspecção-geral do Trabalho, Direcção-geral do Trabalho e Comissão Nacional de Direitos Humanos e Cidadania (CNDHC), pelas quais aguarda resposta.

“As empresas estão a colocar processos disciplinares aos trabalhadores, e estas represálias não são de agora, pois sempre existiram para intimidar os vigilantes para não aderirem eventuais próximas greves”, certificou Manuel Barros. Nisto, avançou a existência de cenários de vigilantes sem dias de folga e de outras situações existentes em São Vicente, perpetuados pelas direções das empresas com quem não se encontrou por “falta de tempo”.

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