FMI: Cabo Verde é o país lusófono em África que mais rapidamente vai recuperar a sua economia

22/10/2020 19:38 - Modificado em 22/10/2020 19:38

O Fundo Monetário Internacional, FMI, prevê que todas as economias lusófonas africanas voltem a crescer em 2021.

O FMI estimou que Cabo Verde é o país lusófono em África que mais rapidamente vai-se recuperar da recessão causada pela pandemia da Covid-19, em 2021, mas todos os demais lusófonos começarão a crescer a partir do próximo ano.

No relatório “Perspectivas Económicas para a África Subsaariana”, divulgado nesta quinta-feira, 22, em Washington, o FMI adverte que Angola não deverá sair da recessão até 2024.

As previsões avançadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) no âmbito de um relatório sobre a África subsaariana é que todas as economias dos países lusófonos africanos cresçam já em 2021, depois de todas ultrapassarem a recessão antecipada para este ano.

O relatório bianual sobre as Perspetivas Económicas para a África subsaariana ancorado nos Encontros Anuais do FMI e do Banco Mundial dão conta que Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe regressam aos crescimentos positivos. Sendo de destacar que Cabo Verde e Angola deverão crescer “acima da média regional”.

De frisar que o FMI prevê uma recessão de 4,4% em 2020 e uma recuperação de 5,2% em 2021, a nível mundial. Efetivamente estamos perante uma situação crítica e da qual a saída depende em muito daquilo que cada cidadão (a nível mundial) for capaz de fazer no sentido de se travar um combate global e coordenado a esta pandemia.

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