Rodrigo Rendall defende que CMSV não está transformada em sede de campanha do MpD e diz não temer vistoria da CNE

30/09/2020 13:23 - Modificado em 30/09/2020 13:23
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O presidente substituto da Câmara de São Vicente negou hoje que as instalações da CMSV estejam transformadas em sede de campanha do MpD e garante que está tranquilo perante qualquer vistoria da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Rodrigo Rendall falava hoje em conferência de imprensa, respondendo às declarações do presidente da Comissão Política Regional do PAICV em São Vicente, Alcides Graça, de que a Câmara Municipal “está transformada numa sede de campanha do MpD”, local que é aproveitado para fazer “todo o trabalho das redes sociais” da candidatura de Augusto Neves.

O mesmo realça que se trata de uma “miserável encenação” política do líder do PAICV em São Vicente, que reflete uma certa “desorientação”, isto possivelmente fruto do “nível de desempenho da candidatura do seu partido às eleições que se avizinham”.

Segundo Rodrigo Rendall, a Câmara Municipal de São Vicente não tem nenhum gabinete de campanha eleitoral, mas sim um gabinete, onde uma funcionária faz o trabalho para o site da CMSV, visto que durante muito tempo o site esteve desativado. “Fizemos este esforço no sentido de ter o nosso site sempre a funcionar e com notícias recentes do dia-a-dia da vida municipal” salientou.

Nisto, garantiu que não teme e não contrapõe por uma possível vistoria às instalações da Câmara de São Vicente, por parte da Comissão Nacional de Eleições (CNE). “Acreditamos nas instituições e elas são idóneas” referiu.

Sobre as acusações de Alcides Graça, de que a folha salarial da autarquia cresceu nos últimos três meses em cerca de 50 por cento (%), feito pelas mãos do presidente substituto, Rodrigo Rendall e o vereador José Carlos da Luz, sob o comando de Augusto Neves, este defende que não houve entrada durante este período, mas sim o “reajustamento dos serviços”.

Neste momento, por exemplo diz que foram recrutar algumas pessoas que estavam ligadas a outros serviços para trabalharem na limpeza pública, para fazer face aos problemas provocadas pelas chuvas e “repor a normalidade”.

“As despesas não aumentaram, porque no nosso plano de atividades e orçamento, sempre respeitamos aquilo que a lei das finanças locais diz em relação à contratação de pessoal, por isso, sempre o nosso plano é aprovado pela Assembleia Municipal, pelo facto de nós respeitarmos esse preceito legal que tem a ver com a percentagem de pessoas que podemos ter” reforçou.

Por isso, classificou de “irresponsável” as declarações do CRP do PAICV em São Vicente, sobre a legalidade das funções desempenhadas pelo presidente substituto e também do vereador da Proteção Civil.

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