Delegacia de Saúde faz testes rápidos em Espia e Fonte Inês por serem consideradas “zonas de risco”

25/09/2020 17:36 - Modificado em 25/09/2020 17:36
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A Delegacia de Saúde de São Vicente está a realizar testes rápidos nas zonas de Espia e Fonte Inês, por serem consideradas “zonas de risco”, visto que algumas pessoas dessas localidades apresentaram teste rápido positivo em na ação de despiste realizada em Chã de Alecrim.

Ação da DS da ilha que visa, sobretudo, a prevenção à infeção pelo novo coronavírus. Neste sentido, foram montadas duas tendas, uma em Espia e outra em Fonte Inês, para a realização de testes rápidos de despiste e a realização de ações de sensibilização.

Conforme informações avançadas ao Notícias do Norte por Ledo Pontes, do Gabinete de Crise da Delegacia de Saúde para o combate à propagação da covid-19 na ilha, estas duas zonas foram escolhidas, na sequência de casos positivos de Espia e Fonte Inês detetados em testes rápidos aplicados em outras zonas da ilha, como Chã de Alecrim.

“Foram consideradas zonas de risco, e por isso quisemos fazer um estudo de despistagem mais abrangente, visto que ainda não temos casos dentro da comunidade de São Vicente e estamos a prevenir para que isso não venha a acontecer” sublinha a nossa fonte.

Sobre a participação da população neste processo, o médico afirma que tem sido “ativa”, sendo que desde ontem a Delegacia de Saúde tem pessoas nestas duas zonas a fazer o trabalho de sensibilização junto da população. “Neste sentido, hoje montamos duas tendas em dois pontos para evitar a aglomeração de pessoas” ressalva. 

Até ao momento da nossa conversa, este avançou que ainda não tinha sido detetado qualquer caso positivo o que é um “bom sinal”, mas garante que até ao término deste trabalho de terreno, se houver algum caso positivo serão acionados outros procedimentos como o teste PCR para confirmar se há ou não infeção ativa da covid-19.

Este trabalho de despistagem teve início às 12 horas e decorrerá até às 18 horas, por forma a aplicar o máximo de testes rápidos possíveis, como foi o caso de Chã de Alecrim, onde foram aplicados sensivelmente 700 testes rápidos. No entanto, explica que se houver necessidade outras zonas da ilha vão ser alvos deste trabalho de terreno para evitar casos de infeção local.

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