Augusto Neves refuta acusações da UCID e acusa Monteiro de falta de escrúpulos e oportunismo eleitoral – c/vídeo

30/07/2020 14:58 - Modificado em 30/07/2020 17:14

O presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, refuta todas as acusações feitas pelo líder da UCID, em que este acusa a edilidade de São Vicente de todos os meses recorrer ao banco para empréstimos para poder efetuar os pagamentos de salários, a devolução das contas da câmara de 2017/2018 pelo Tribunal de Contas, bem como dívidas ao INPS, que deixa os trabalhadores sem cobertura.

Segundo Neves, o líder da UCID não tem moral para fazer acusações, considerando-o um “caloteiro e oportunista” que sem “nada para fazer em tempo de eleições”, faz acusações sem sentido e acusa-o de ser “especialista em contabilidade criativa”.

Para o edil mindelense, estas acusações em tempo de campanha eleitoral contra uma das “câmaras mais sérias do país e que mantém excelentes relações com todas as instituições do país”, é uma estratégia deste partido, para tentar atingir o bom nome e a transparência da edilidade.

Como prova do bom desempenho da câmara, Neves aponta toda a movimentação que a ilha conheceu nos últimos anos e uma execução orçamental que ultrapassa os 100%. Reconhece que a edilidade tem empréstimos bancários, no entanto “faz uma execução boa” das finanças e que negocia com várias empresas e instituições do país o ano inteiro, visto ter um orçamento que ultrapassa um milhão de escudos.

“Os empréstimos bancários têm dado uma forte dinâmica na ilha, trazendo vários postos de trabalho” informa Augusto Neves, alegando que o executivo camarário cumpre “rigorosamente com o pagamento das rendas bancárias e outros compromissos com as empresas”.

Defende que a Câmara de São Vicente, paga todos os meses o salário aos funcionários, não tendo falhado em nenhum momento e que durante o estado de emergência pagou na totalidade a todos os funcionários. “E nem pensamos na hipótese do lay-off, graças a estabilidade financeira desta câmara” destacou.

Com cerca de mil duzentos e cinquenta e seis funcionários (1.256), a CMSV é, para Augusto Neves, “uma das maiores instituições do país” e cumpre com todas as suas responsabilidades.

Portanto, não entende “como é possível falar da falência técnica de uma instituição que ajuda e apoia diariamente milhares de pessoas, e com obras em todos os cantos da ilha”.

Considera ainda que todo o desenvolvimento empreendido na ilha é “prova do grande trabalho, responsabilidade, transparência e seriedade que temos para com o município”.

Sendo esta uma câmara que “inspira confiança a todos os bancos, instituições, empresas e a população geral”.

Sobre as inspeções apontadas por António Monteiro, das Finanças e do Tribunal de Contas, Augusto Neves destaca a importância destas ações, assegurando que são “necessárias, salutares e de extrema importância, pois ajudam a melhorar o desempenho legal e organizacional das instituições e faz-se em todas as instituições públicas e privadas do país”, referindo ainda que não são feitas “para aproveitamento político em tempo de campanha”.

Sobre o atual líder da UCID, relembra que o próprio líder histórico desse partido o acusou de ser “caloteiro” e de nunca ter apresentado contas ao partido. Acusa-o de ser um ditador, promotor e incentivador de construções clandestinas e que, quando está em São Vicente, passa a vida a enganar as pessoas mais vulneráveis.

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