Teste PCR confirma infeção pelo novo coronavírus a passageiro que viajou da Praia para São Vicente com teste rápido negativo

27/07/2020 15:02 - Modificado em 27/07/2020 15:02

Um passageiro que viajou da cidade da Praia para São Vicente, na passada sexta-feira, 24 de julho, com resultado negativo em teste rápido para a Covid-19, mas que estava à espera do resultado do teste PCR, veio a acusar positivo para a infeção pelo novo coronavírus.

De acordo com informações avançadas pela Rádio Pública, este cidadão, que está assintomático, só veio a saber da resposta do teste PCR no sábado, já no Mindelo, mas que até ao momento ainda não se encontra em isolamento institucional.

A mesma fonte adianta que durante a viagem este senhor esteve sempre com a sua máscara de proteção e que as pessoas que viajaram no mesmo voo estão em investigação pela Delegacia de Saúde de São Vicente.

A RCV informou ainda que uma senhora, residente em São Vicente, testou positivo para teste rápido no Hospital Baptista de Sousa e que já foi recolhido amostra para testes PCR, para confirmar se está ou não infetada. O NN contactou o Delegado de Saúde de São Vicente para saber mais detalhes sobre estas informações, mas tal foi impossível até ao momento.

  1. Paulo M.

    Apesar de ter feito o teste rápido, como mandam as regras, se ele fez o teste PCR viajou por quê se ainda não tinha o resultado? Essa obrigatoriedade de testes rápidos é um “acordo” entre o Governo e o povo, em que ambos ficam satisfeitos. Os seja, o povo pediu e o Governo satisfez. Mas o teste (rápido) não serve para nada, por dois motivos: 1 – após conhecer o resultado, o viajante pode contrair o vírus, antes ou durante a viagem; 2 – credibilidade do teste, como está assente nesta peça jornalística.

    O ideal é teste PCR, a CHEGADA no destino, como faz a Islândia (exemplo mundial). O teste é muito mais caro, mas para quem quer viajar, mesmo entre ilhas (com vírus na ilha de origem) deve colocar o custo do teste PCR, no orçamento da viagem. Se for um viajante profissional, a empresa paga.

    Só assim conseguiremos ter “controlo” do vírus nas ilhas sem infecção, ou com casos controlados. Se não tomarmos essa medida, não tarda, todas as ilhas estarão infectadas. Quem não quiser fazer o teste PCR a chegada, porque não tem dinheiro faz-se como a Islândia: quarentena obrigatória durante 14 dias, ou repatriamento no mesmo voo/barco em que o passageiro chegou. Simples assim.

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