Recrutas de Santo Antão e São Vicente pedem a realização de testes de despiste de covid-19

13/07/2020 23:20 - Modificado em 13/07/2020 23:20
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Os recrutas que vão integrar a segunda Lista da 1ª Incorporação Militar de 2020, das ilhas de Santo Antão e São Vicente, mostram-se preocupados e pedem a realização de testes a todos os recrutas que vão integrar a Preparação Militar Geral que terá início no dia 20 de julho no Centro de Instrução Militar do Morro Branco, em São Vicente.

O Comando do Pessoal das Forças Armadas já informou aos recrutas de todas as ilhas o calendário de recolha e embarque dos mesmos, para o Centro de Instrução Militar do Morro Branco, em São Vicente, assim como o da Praia, que se inicia no dia 16 de julho.

No entanto, alguns recrutas que preferiram manter-se no anonimato procuraram o NN para expor a sua preocupação perante ao facto de ainda não terem sido notificados pelo CPFA, se todos os recrutas vão ser alvos de testes de despistes de covid-19, principalmente aqueles que virão das ilhas com casos de covid-19, como é o caso de São Nicolau e Sal.

“Estamos preocupados com tudo isso, porque o tempo vai passando e ainda não tivemos nenhuma informação por parte das Forças Armadas, se vamos ser ou não submetidos a teste rápido de despiste de covid-19. Estamos à espera de alguma informação positiva, mas a ansiedade já começou a tomar conta de todo” explica um dos recrutas.

Este alega que se não forem realizados testes aos que virão de outras ilhas, deveria ser decretado uma quarentena a estes recrutas durante 14 dias, no Centro de Instrução Militar do Morro Branco, em São Vicente.

Outro recruta que é de Santo Antão, dá também voz a esta preocupação, garantindo que está com receio por ingressar nesta incorporação de 2020, visto que ainda não lhe foi informado se haverá testes de covid-19. “Tenho falado com alguns companheiros que tem colocado a mesma preocupação. Esperamos por alguma informação, mas o tempo vai passando e não nos dizem nada” frisa.

“Já na semana passada quando recebemos a preocupação através de uma mensagem remetida as Forças Armadas de Cabo Verde, quisemos saber se haveria a realização de testes aos recrutas, pelo que responderam que ‘Vamos saber os detalhes depois informamos’”.

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