UCID preocupada com o baixo número de bombeiros efetivos em São Vicente e pede aprovação do estatuto para a classe

10/07/2020 15:50 - Modificado em 10/07/2020 15:50
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A deputada da União Cabo-verdiana Independente Democrática (UCID), Dora Oriana, assegurou hoje que é preocupante a ilha de São Vicente não ter o número suficiente de bombeiros efetivos.

Dora Oriana, durante uma declaração política no Parlamento, reiterou que este facto traz muitas preocupações, porque não vai de encontro com o recomendado internacionalmente, calculado na base de um bombeiro para cada 1.000 habitantes.

Realçou ainda que a maior parte do contencioso laboral dos bombeiros nacionais refere-se à inexistência dos estatutos que, a serem aprovados contribuirão para “colmatar deficiências organizacionais e conferir maior sustentabilidade ao exercício da atividade”.

Posto isto, referiu, “não se compreende tanta demora” em aprovar e publicar o estatuto destes “soldados da paz”, sempre “tão importantes na sociedade”, mas com “maior relevância” nestes tempos de crise.

A UCID insta o Governo a “implementar a nível municipal”, em todo o país, o sistema necessário e se adotem todos os procedimentos que capacitem os bombeiros a cumprirem a sua função no mais alto patamar.

Outro assunto abordado pela UCID, prende-se com a solicitação de uma solução para todos os estivadores sazonais que operam em São Vicente, considerando ser importante uma intervenção para melhorar as condições da classe, visto que há cerca de 20 anos mais de 20 de estivadores sazonais trabalham num sistema adoptado pela Enapor em São Vicente.

A deputada salientou que o seu partido não consegue compreender este facto, frisando que ao invés de alargar esta prática para todos os portos de Cabo Verde, onde se verifica esta modalidade de trabalhadores em regime de reforço, se tenha optado por cortar esta “importante protecção” das famílias.

Por fim, Dora Oriana manifestou a preocupação relativamente a muitos professores, acima de tudo em Santo Antão, que após concluírem a sua licenciatura continuam a aguardar, há já vários anos, pelas reclassificações .

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