Testes rápidos de despiste de covid-19 custam 1.000 escudos a quem pretenda viajar a partir de Santiago e do Sal

10/07/2020 15:52 - Modificado em 10/07/2020 15:52

Na sequência do anúncio do Governo para a retoma das viagens interilhas, a partir de dia 15 de Julho, os passageiros que queiram viajar a partir das ilhas onde há casos de transmissão comunitária, Santiago e Sal, são obrigados a apresentar um teste negativo à COVID-19 que tenha sido realizado, no máximo, até 72 horas antes da viagem, que será custeado pelos viajantes.

Esta medida de segurança para os voos internos publicado no Boletim Oficial, na resolução nº 96/2020, aponta que enquanto se mantiver a situação epidemiológica atual, a realização de viagens interilhas de passageiros a partir de Santiago e do Sal, ilhas com elevado risco de transmissão comunitária de SARS-COV-2, obriga à apresentação pelo passageiro, de teste de despiste com resultado negativo, efetuado nas 72 horas que antecedem a deslocação.

No entanto, clarifica que as viagens efetuadas no intervalo de 72 horas são isentas de um novo teste. O teste rápido poderá ser feito nas delegacias de saúde ou num laboratório privado, certificado pela Entidade Reguladora Independente da Saúde, mediante protocolo a definir pelo Ministério da Saúde e da Segurança Social.

Nisto, explica que os custos inerentes à realização do teste rápido, são assumidos pelos viajantes, ou seja, que terão que pagar 1.000 escudos pela realização do referido teste.

No caso de testar positivo, será, de acordo com a mesma fonte, necessário a confirmação, de um exame de diagnóstico molecular (teste PCR), no âmbito da investigação epidemiológica, pelo que deve ser realizado pelas autoridades de saúde, sem custos adicionais para o viajante.

“A não apresentação de documento válido que ateste o resultado negativo, no momento do ‘check in’, constitui impedimento de viagem” lê-se.

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