Cabo-verdiana Elisabeth Moreno é a nova ministra da Igualdade de Género, Diversidade e Igualdade de Oportunidades da França

6/07/2020 22:50 - Modificado em 6/07/2020 22:50
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A nova Ministra da Igualdade de Género, Diversidade e Igualdade de Oportunidades da França é de origem cabo-verdiana e sucede no cargo a Franck Riester que passa para a pasta do Comércio Externo.

Elisabeth Moreno, nasceu em Cabo Verde, ilha de Santiago, em 1970 e emigrou para França aos seis anos de idade.

Indicada em janeiro de 2019 para ser a nova directora-geral da empresa de tecnologia Hewlett- Packard (HP) para o continente africano. Assume agora, um cargo no recém formado governo francês dirigido por Jean Castex.

Formada em Direito, trabalhou na área empresarial e dirigia actualmente o ramo África da multinacional de informática americana HP instalada na África do Sul.

Com 20 anos de experiência no sector das tecnologias de informação Elisabeth Moreno desempenhou diversos cargos em empresas como a Lenovo, Dell e Orange.

“Za”, como é familiarmente conhecida, chegou a França ainda criança, vinda de Cabo Verde. Bem mais tarde criou o Cabo Verde Business Club e a Maison du Cap Vert. Começou a sua carreira de empreendedora na área da construção, antes de entrar na France Telecom (hoje Orange) onde chegou ao posto de responsável das pequenas e médias empresas.

No seu vasto currículo de formação constam um Master em Direito Comercial, pela universidade de Paris-Est Créteil e um MBA em “Global Business” pela escola Essec & Mannheim.

Além da sua carreira profissional em várias empresas do sector, e não só, em 2005 fundou o “Cabo Verde Business Club”, em França, para promover as empresas cabo-verdianas naquele país.

Em 2016 foi eleita “Mulher cabo-verdiana do ano”, também em França.

Uma nomeação que é destacado pelo executivo cabo-verdiano, pelo ministro da Cultura, Abraão Vicente, que a distingue como “mais uma cabo-verdiana a fazer história pela sua competência, carisma, ambição e profissionalismo. Um exemplo para as mulheres cabo-verdianas, mas também para os homens cabo-verdianos. Um exemplo da nossa diáspora de sucesso e bem integrada social e profissionalmente”.

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