Escassez de microtubos condiciona processamento de um maior número de amostras

24/06/2020 23:53 - Modificado em 24/06/2020 23:53
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Os laboratórios de virologia da Praia e de São Vicente, não têm estado a processar nos últimos dias um maior número de amostras de covid-19, segundo Jorge Barreto, devido a escassez de microtubos que são parte de uma das etapas do processamento dessas amostras, descartando assim a existência de uma possível avaria nos laboratórios.

Questionado pela imprensa sobre o porque do laboratório de virologia da Praia ter processado apenas 21 amostras do Sal, tendo 121 por testar e o mesmo facto em São Vicente, onde foram analisadas apenas 7 amostras, ficando 55 do Sal à espera para serem testadas, Jorge Barreto, esclareceu que todo o material dos laboratórios de virologia vêm do exterior, pelo que a não existência de ligações aéreas internacionais têm estado a condicionar todo o trabalho.

O diretor dos Serviços de Prevenção e Controlo de Doenças, avançou que o problema deverá ser resolvido brevemente, pelo facto de estar agendado um voo sanitário de Portugal neste fim-de-semana e que nele virá o material para repor o stock.

“São situações que a escassez ou a não realização de voos comerciais têm condicionado imenso o acesso ao material necessário para fazer o processamento das amostras” adiantou o mesmo, que mais uma vez descartou a existência de avarias nos dois laboratórios.

O médico infeccionista assegurou ainda que já foram realizados mais de 9 mil testes PCR e mais de 30 mil testes rápidos. Sobre os testes PCR afirmou que cada um tem o custo de 11 mil escudos e os testes rápidos mil escudos.

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