Assalto à Caixa Económica: Defesa discorda da prisão preventiva alegando falta de provas

5/06/2020 00:59 - Modificado em 5/06/2020 00:59

A defesa de Aristides Gaspar, suspeito de assaltar no passado dia 27 de maio, a agência da Caixa Económica de Cabo Verde, em Fonte Cónego, discorda da decisão do juiz de enviar o seu cliente para cadeia Central da Ribeirinha para aguardar o julgamento.

O primeiro Juízo Crime do Tribunal da Comarca de São Vicente decretou prisão preventiva ao suspeito, esta quinta-feira, 03 junho mas, conforme a defesa, ainda não se conhecem os fundamentos da decisão devido, ao tempo que a audiência interrogatório demorou.

No entanto, o advogado  João do Rosário diz que existe um “quase vazio de provas contra o seu constituinte” e ao avaliar os fundamentos utilizados, que serão disponibilizados logo esta sexta-feira, garante existir uma “possibilidade de recurso muito forte”.

Para o advogado de defesa o seu constituinte não é confrontado com nenhuma prova que permita, com grau de segurança exigida, concluir que praticou o crime e que as hipóteses de ser condenado é maior que a absolvição.

Segundo Rosário, o Ministério Público diz que existem pessoas que o identificaram. Entretanto considera esta abordagem estranha, quando se sabe que “na comunicação social, conforme relatos de pessoas que estavam no local, o assaltante tinha máscara e usava ainda um capacete, óculos e um fato-macaco”. “É muito estranho que alguém, que se prepara para assaltar um banco seja identificado assim”, reflete.

Ajuntou ainda que consta do mandato de prisão que algumas pessoas haviam feito referência da existência de pingos negros e outras coisas na cara do assaltante. “O meu cliente não possui nada disso”, justifica.

Assim diz acreditar na justiça, e que ainda possui 10 dias para interpor recurso e explica o que vai acontecer. “Se houver recurso, uma parte do processo vai para o Tribunal da Relação e o processo em si volta para Ministério Público para ser instruído, ou seja terão que correr atrás das provas que permitam ter certeza da condenação” e não conseguindo estas provas que sustentam uma acusação em juízo não vão acusar, isso irá permitir que a pessoa seja restituída a liberdade”.

Caso não meta o recurso ou este não seja aceite, Aristides Gaspar vai ficar a espera do julgamento na prisão. Dependendo da fase processual, vai aguardar no máximo quatro meses em cativeiro, e neste tempo explica que, deve surgir uma acusação e quando houver uma acusação a defesa terá acesso ao processo e um juízo mais concreto do que poderá acontecer e daquilo que existe como prova.

  1. Betintin

    HR roba 80.000.000,00 esc , el te li n rua sabin te passea , go Dr quis te ba prende q roba so 1.000.000,00 esc ? …. um recod Joao de Rosario: Jonzin Jonzin , po juizo bo tem fidj piknin na tchom … fca li tud t defende is psicopata ….cuidadinho Jonzin jonzin ….

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