Quase dois meses e ainda não se conhece o resultado do Inquérito a falhas na gestão do primeiro caso de COVID-19 em São Vicente

1/06/2020 01:32 - Modificado em 1/06/2020 01:32
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O primeiro caso de Covid-19 na ilha de São Vicente, a cidadã de nacionalidade chinesa, demorou vários dias até ser considerada um caso suspeito e no dia 03 de abril foi confirmada positivo para o novo coronavírus.

O Ministério da Saúde admitiu na altura que foram cometidos erros que resultaram num atraso do diagnóstico e na possibilidade, o que não veio a confirmar, na exposição de um grande número de pessoas, incluindo profissionais de saúde.

Arlindo do Rosário revelou, que as autoridades sanitárias da ilha e a direção do HBS reconheceram falhas na condução do processo com isso, foi determinada a abertura de um inquérito.

 No entanto, a mulher de 56 anos, residente no Mindelo, já recebeu alta e até a data, ainda não foi produzido nenhum resultado do referido inquérito, que estava ou está a ser conduzido por um grupo de trabalho da Entidade Reguladora Independente da Saúde (ERIS).

Em finais de abril, o director Nacional de Saúde, Artur Correia, garantiu o inquérito estava em curso e em desenvolvimento, mas que ainda não foi produzido um relatório.

A Entidade Reguladora Independente da Saúde, que fica na cidade da Praia, está a investigar o Hospital Baptista de Sousa, HBS, e a clínica Medicentro onde foi atendida a paciente do primeiro caso confirmado de Covid-19 na ilha de São Vicente, antes de ser encaminhada para o hospital.

No inquérito instaurado, o Ministério da Saúde quer saber se as medidas tomadas pelos serviços sanitários e as autoridades de saúde foram as adequadas para evitar os riscos de propagação da doença.

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