DNS alerta que Boa Vista e São Vicente têm um “grande desafio em manter o status” de ilhas sem casos ativos de Covid-19

21/05/2020 20:10 - Modificado em 21/05/2020 20:11

A ilha da Boa Vista juntou-se hoje a São Vicente no lote de ilhas que deixaram de ter casos ativos de Covid-19 mas, segundo Artur Correia, esta saída de ilhas com casos ativos, exige um conjunto de reforços que devem ser feitos a nível da vigilância epidemiológica.

O DNS fez estas afirmações ao ser confrontado pela forma como as autoridades sanitárias iriam agora atuar nas ilhas que deixaram de ter casos ativos da Covid-19, Correia, reiterando que no caso da Boa Vista a última a não ter casos ativos, as pessoas que saíram do isolamento devem ser seguidas e monitorizadas pela Delegacia de Saúde, por um período de 14 dias para se saber da evolução do seu estado de saúde.

Mas ao mesmo tempo, Artur Correia, afirmou que deverá haver um reforço da vigilância epidemiológica em relação à entrada de pessoas provenientes de outras ilhas, isto no caso do retorno das pessoas que ficaram retidas em outras ilhas com ou sem casos.

“Temos estado a tomar um conjunto de medidas de segurança sanitária quer à partida, quer à chegada. Este será um grande desafio das ilhas que tiveram casos e que já não têm, falando concretamente de São Vicente e da Boa Vista” concluiu.

Cabo Verde tem neste momento 356 casos acumulados de Covid-19, sendo 297 na ilha de Santiago (289 na cidade da Praia, 2 no Tarrafal, 4 em São Domingos, e 2 em Santa Cruz), da Boa Vista (56) e São Vicente (3). Destes casos testados positivos, há a registar 95 recuperados e três mortes – um cidadão inglês, na ilha da Boa Vista e dois cabo-verdianos, na cidade da Praia.

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