Mindelo recebe mostra de cinema documental entre 25 a 30 maio

18/05/2020 00:06 - Modificado em 18/05/2020 00:06

A mostra de cinema documental do Centro Cultural Português do Mindelo (CCPM), Maio Doc, que acontece entre 25 e 30 deste mês, vai contar com assistência presencial, mas com medidas de precaução e lotação limitada, devido as restrições relativas ao Covid-19.

O evento, que ao longo das suas edições, teve como palco o CCPM, este ano, a edição 13ª, vai ser realizado na Academia Livre das Artes Integradas do Mindelo (ALAIM), que permite ter muito mais espaço para o distanciamento social, conforme João Branco, diretor do CCPM, afirmando que a sala reservada, com capacidade para 200 pessoas, vai ser ocupada com um quarto deste número, ou seja 50 pessoas.

João Branco enaltece a importância de continuar com as medidas de precaução, avançando que vão ser disponibilizados álcool gel na entrada, para higienização das mãos, distanciamento social e ainda diminuir a lotação.

A 13ª edição deste ciclo de cinema que vai apresentar cinco filmes, de países lusófonos e de outros países, é uma forma das “pessoas retomarem aos poucos a vida social e cultural fora da porta das suas casas” refere João Branco.

E também, sublinha João Branco, quase todos os filmes vão ter estreia no país, com exceção “Kmedeus”, do realizador cabo-verdiano Nuno Miranda, que no entender do director do CCPM, não poderia ficar de fora por ser um filme documental que fala de Mindelo.

De 25 a 30 deste mês estão agendados os documentários do Maio Doc, “Elinga” de Paulo Azevedo (Angola), “A Dança das Máscaras” de Sara Gouveia (Portugal/África do Sul), “Via Cipriano” de Lea Schedule (Itália/Alemanha) e “To Sama” de Waad Al-Kateab, Edward Watts (Síria) e “Kmedeus”.

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