Covid-19: Dos trinta mil testes rápidos disponíveis pouco mais de 1000 já foram usados

11/05/2020 00:14 - Modificado em 11/05/2020 00:14

Com uma taxa de contaminação de 74% na cidade da Praia e 23% na Boa Vista, num total de 246 casos positivos confirmados desde do início da pandemia no país, o Ministério da Saúde já aplicou, a nível nacional, com prevalência nas três ilhas com casos confirmados mais de mil.

Segundo Artur Correia, o Diretor Nacional de Saúde (DNS), em conferência de imprensa este domingo, 10 Maio, sobre o balanço da situação epidemiológica da Covid-19 no país, pouco mais de setecentos testes rápidos já foram aplicados na ilha de Santiago, cerca de duzentos na ilha da Boa Vista e em São Vicente mais de cem.

Conforme o DNS, os testes estão sendo aplicados principalmente nas pessoas em quarentena nos hotéis e também nos contactos dos suspeitos e/ou confirmados, conforme a linha de investigação, para esclarecer a origem dos casos e ainda nas populações em bairros localizados.

Instado a falar sobre a massificação dos testes rápidos, principalmente na cidade da Praia, que se tem confirmado como o foco das infeções, Artur Correia esclarece que estes já arrancaram e que estão a ser aplicados, segundo adiantou, em grupos específicos.

O país, refere a mesma fonte, possui um stock de 18 mil testes, o teste molecular da Covid-19, também chamado de teste PCR, e ainda “temos 30 mil testes rápidos e já começou a sua generalização a nível nacional”.

Os testes rápidos da Covid-19, justifica Correia, estão a ser aplicados para detetar anticorpos nas pessoas que, eventualmente tiveram contactos com o vírus e para as pessoas de outras ilhas que estão em Santiago e querem regressar à sua ilha de residência”.

Ou seja, os testes rápidos de Covid-19 serão feitos para todas as pessoas assintomáticas esclarecendo, entretanto, que caso a pessoa acusar positivo no teste rápido é recomendada a realização de um outro teste (PCR) para detectar a matéria genética do vírus.

A evolução dos casos, afirma Artur Correia, mostra que a distribuição em relação a casos positivos e negativos, a supremacia pende para casos negativos, bem como a diminuição do número de pessoas em quarentena. “O número de pessoas em quarentena tem diminuído graças as atividades incrementadas nos hotéis”, desde logo, “o aumento do número de testes para poder dar alta da quarentena às pessoas que se encontram nos hotéis”, daí esta baixa, esclarece o Diretor Nacional de Saúde.

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