Covid-19: Mais de 279 mil mortos e quatro milhões de infetados no mundo

10/05/2020 13:06 - Modificado em 10/05/2020 13:06

A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 279.185 mortos no mundo desde que apareceu na China em dezembro último, segundo um balanço divulgado às 12h30 de hoje pela agência francesa France Presse (AFP).

De acordo com o balanço da AFP, elaborado a partir de fontes oficiais, mais de 4.035.470 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 195 países e territórios desde o início da pandemia.

Entre estes casos, pelo menos 1.340.700 pessoas foram consideradas como curadas.

Os Estados Unidos, que registaram o primeiro óbito associado ao novo coronavírus no início de fevereiro, mantêm-se como o país com mais vítimas mortais (78.794) e com mais casos de infeção registados (1.309.541 casos).

Pelo menos 212.534 pessoas foram declaradas como curadas no território norte-americano.

Depois dos Estados Unidos, o balanço da AFP refere que os países mais afetados, todos na Europa, são o Reino Unido (31.587 mortos e 215.260 casos), Itália (30.395 mortos e 218.268 casos), Espanha (26.621 mortos e 224.390 casos) e França (26.310 mortos e 176.658 casos).

Ainda na Europa, a Rússia também já ultrapassou a barreira dos 200 mil casos confirmados da doença covid-19, com um total de 209.688 desde o início da pandemia.

Na China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde o novo coronavírus foi detetado pela primeira vez em dezembro último, estão oficialmente contabilizados 82.901 casos (com o registo de 14 novos casos entre sábado e hoje), incluindo 4.633 vítimas mortais e 78.120 pessoas recuperadas.

Por regiões do mundo, a Europa somava hoje ao fim da manhã 155.441 mortes em 1.721.579 casos, Estados Unidos e Canadá 83.597 mortes (1.377.243 casos), América Latina e Caribe 19.743 mortes (359.010 casos), Ásia 10.541 mortes (289.683 casos), Médio Oriente 7.554 mortes (219.755 casos), África 2.184 mortes (59.927 casos) e Oceânia com 125 mortes (8.276 casos).

Este balanço é realizado com base em dados recolhidos a nível internacional junto das autoridades nacionais competentes e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A AFP alerta, no entanto, que o número de casos diagnosticados poderá não refletir o número real de infeções, uma vez que muitos países testam apenas os casos que necessitam de cuidados hospitalares.

Por Lusa

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