Ulisses Correia e Silva destaca a capacidade nacional de produção de máscaras comunitárias – c/vídeo

5/05/2020 23:26 - Modificado em 5/05/2020 23:26

Nas declarações feitas esta terça-feira, após visita à Confeções Alves Monteiro, o primeiro-ministro assegurou que a produção do item que compõe o equipamento de proteção individual vai a um “bom ritmo”.

Para Ulisses Correia e Silva, a partir de agora, vamos ter que ver o uso de máscaras como uma peça de indumentária, para a proteção individual e dos outros.

“O Governo já criou um conjunto de incentivos fiscais e aduaneiros para criar as condições para que o custo de produção e de venda seja acessível às pessoas”, relembrou o chefe do governo.

Para as Pessoas de Baixa Renda, que estão registadas no Cadastro Social Único, o Estado irá facultar gratuitamente, fará parte quase que das cestas básicas para as famílias mais carenciadas e pessoas cuja idade é superior aos 65 anos ou com algum problema de saúde crónico.

Já aqueles que podem comprar, devem fazê-lo. Os servidores ou funcionários públicos, assim como os privados, que trabalham com atendimento ao público, em que o uso de máscaras é obrigatório, será mais um instrumento de trabalho a ser disponibilizado pela entidade patronal, seja ela pública ou privada.

Além da Confeções Alves Monteiro, outras empresas na Praia e em São Vicente já manifestaram interesse e estão a preparar-se para arrancar a produção. Assim o país duplicará a sua capacidade de produção, atualmente, de 5000 máscaras por dia.

Comente a notícia

Obrigatório

Publicidades
© 2012 - 2020: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.