Consumo de tecnologia cresce em 2013 graças aos tablets e smartphones

13/01/2013 22:45 - Modificado em 13/01/2013 22:45
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Em contraciclo com a crise, o sector da tecnologia espera crescer em 2013: depois de ter caído 1% no ano passado, o consumo de produtos tecnológicos deverá aumentar 4% neste ano. Este crescimento vai ficar a dever-se ao crescimento das vendas de tablets e de smartphones.

 

De acordo com um relatório da Consumer Electronics Association (CEA), uma associação norte-americana que representa a indústria de bens de consumo electrónicos, os gastos em produtos tecnológicos vão alcançar 842 mil milhões de euros em termos globais em 2013, mais 4% do que no ano passado.

 

O estudo, realizado pela consultora GFK em parceria com a CEA, indica ainda que o consumo de tecnologia diminuiu 1% em 2012 face a 2011, devido à crise económica que afecta a Europa e ao fraco crescimento do consumo nos Estados Unidos. Por outro lado, os países emergentes, como a China, mantiveram o dinamismo no consumo.

 

Durante os próximos meses, prevê-se que o mercado tecnológico cresça cerca de 9% nos países emergentes, mas nas nações desenvolvidas o aumento não deverá ir além de 1%. Na Europa Ocidental, estima-se que o gasto em tecnologia seja similar ao verificado no ano passado, ao passo que no Japão “é provável que diminua”, disse Steve Bambridge, director da equipa de analistas da GFK, em declarações citadas pela agência noticiosa espanhola Efe.

 

Os produtos mais procurados são os smartphones, os tablets e os computadores portáteis, ou seja, tudo o que está ligado à Internet: estes aparelhos representam 50% de toda a despesa mundial com tecnologia de consumo, segundo o relatório. Se falarmos só de smartphones e tablets, estes representam 40% da despesa total – há cinco anos, não passavam dos 10%.

 

O relatório prevê que, em 2013, a população mundial vá gastar mais de 255 milhões de euros em smartphones, cerca de 130 milhões de euros em televisores, 115 milhões de euros em computadores portáteis, 66,5 milhões de euros em tablets e 57 milhões de euros em computadores desktop.

 

Os televisores, que não têm parado de se reinventar graças às novas tecnologias, continuam na lista de compras em 2013. Apoiam-se na ligação à Internet e na ultra-alta definição, e apresentam tamanhos cada vez maiores. Aqui, o tamanho conta e pode fazer a diferença quando se pretende ter cinema em casa.

 

 

 

 

jn.pt

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