Homem encontrado morto: autoridades liberam o corpo, mas PJ quer saber se houve crime

10/01/2013 00:30 - Modificado em 10/01/2013 07:35
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O caso da morte do cidadão Manuel Duarte, de 50 anos, que foi encontrado morto numa vala em Chã de Alecrim há doze dias, continua a ser um mistério para a família. As autoridades não revelam as lesões encontradas no corpo da vítima, mas pode-se estar perante um homicídio, dado que os indícios levaram a PJ a desencadear uma investigação para apurar as razões que culminaram na sua morte.

 

A Delegacia de Saúde e a Polícia Judiciária, acompanhadas de uma médica legista realizaram nesta quarta-feira o exame médico para apurarem as causas da morte do homem encontrado morto em Chã D´ Alecrim. Findo a autópsia, as autoridades entregaram o corpo de Manuel Duarte a família para realização do seu funeral.

A vítima foi a enterrar na tarde desta quarta-feira, mas a sua morte continua a ser um mistério, porque a pedido da PJ a Delegacia de Saúde não avança com as causas da morte. Por seu lado, a Polícia Judiciária não assegura se os sinais encontrados no corpo permitem concluir se houve ou não agressão.

Este online sabe que o facto da autoridade criminal estar a realizar diligências para descobrir as razões que levaram Manuel Duarte a surgir morto numa vala em Chã D´ Alecrim coloca em causa se tratou de uma morte natural. Isto é, que os indícios levantaram suspeitas que a PJ possa estar perante um homicídio.

Resta agora aguardar o parecer da PJ para se saber quais as causas da morte de Manuel Duarte, que trabalhava na Moave e residia em Chã de Alecrim. Recorde-se que o corpo foi encontrado debaixo de uma pequena ponte que liga a Av. Marginal a zona conhecida com Edilter por um homem que foi ali fazer as suas necessidades fisiológicas.

 

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