Ministério Público pede condenação de sete anos

9/01/2013 00:42 - Modificado em 9/01/2013 00:42
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O Ministério Público pediu a condenação de sete anos de prisão para um jovem de 18 anos que liderava um grupo de “caçubody” na ilha de São Vicente. O arguido, na companhia de sujeitos com idades compreendidas entre os 14 e os 20 anos, assaltou vários cidadãos e duas habitações. O indivíduo que se encontra em prisão preventiva responde a uma acusação de seis crimes de roubo.

 

O 2º Juízo Crime da Comarca de São Vicente procedeu ao julgamento de três indivíduos acusados do crime de roubo. Os indivíduos com idades compreendidas entre os 17 e os 20 anos são referenciados pelas autoridades judiciais pela prática de vários “caçubodys” na ilha de São Vicente entre os anos 2010 e 2011.

Os arguidos que residiam na zona de Fonte Felipe pertenciam a um grupo de “caçubodistas” que foi desmantelado pela Polícia Judiciária. A autoridade criminal realizou uma operação policial que culminou na detenção dos suspeitos, recuperação de produtos roubados em habitações e na via pública e identificação de alguns menores que actuavam com os arguidos.

Mas o maior peso da acusação recai sobre um jovem de 18 anos tido como o cabecilha do grupo que responde de seis crimes de roubo. Assalto a uma jovem perto da Escola Jorge Barbosa tendo-lhe retirado uma mochila com um telemóvel, computador portátil e materiais escolares.

Roubo de dois fios de ouro a dois idosos, agressão a um estudante com dois golpes de faca roubando-lhe um telemóvel. Para completar a acusação, o jovem é acusado de dois assaltos em residência com roubo de um televisor, telemóvel, computador portátil, dinheiro e equipamentos de multimédia.

Por seu lado, os dois arguidos de 21 e 22 anos, uma dupla de irmãos, responderam pelo crime de roubo em habitação, pesando contra este último apenas uma acusação e ao de 21 anos, a acusação de furtar um televisor numa casa e de co-autoria no roubo do computador portátil e dos equipamentos de multimédia.

Para o representante do Ministério Público, os factos da acusação foram provados em tribunal, por isso, pediu uma pena de prisão para os indivíduos por considerar que constituem um perigo para a sociedade. Quanto à condenação do jovem de 18 anos, pela natureza dos crimes, pediu uma pena não inferior a sete anos. Por seu lado, a defesa dos arguidos pediu ao tribunal que lhes aplique uma pena com base em atenuações previstas na lei. A sentença do caso acontece na sexta-feira, 11 pelas 10h 30 minutos.

 

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