Assassinato de “Nady”: namorado confessou o crime e Juiz aplicou prisão preventiva

2/01/2013 00:51 - Modificado em 2/01/2013 01:20

O juiz  mandou para a cadeia o namorado de Nady, cujo corpo foi encontrado sem vida numa casa em Espia, São Vicente, no dia 26 de Dezembro. Adilson da Luz, conhecido por “Vubra” confessou ter morto a companheira e desta forma vai aguardar o desenrolar do caso na Cadeia de Ribeirinha.

O Juízo Crime aplicou prisão preventiva ao cidadão, Adilson da Luz, conhecido por “Vubra” indiciado como autor da morte de Nádia Aleixo, de 27 anos na zona de Espia. NN sabe que perante o tribunal, o companheiro da vítima assumiu a autoria do crime e confessou tê-la agredida na região da cabeça com uma garrafa de vidro forrada com corda de sisal.

Perante os factos, o magistrado entendeu que a atitude do arguido preenchia os pressupostos para se aplicar o artigo 290º do Código Penal. Decretada a prisão preventiva, o indivíduo foi encaminhado para a Cadeia de São Vicente, onde vai aguardar o desenrolar do caso.

Quanto ao processo-crime, este foi enviado para o Ministério Público para se apurar os factos que culminaram na morte de “Nady”, como era conhecida a cidadã na zona de Espia. Terminada a fase de instrução o MP deduzirá a acusação, para que o suspeito do crime seja submetido ao julgamento para se aplicar a pena que o crime impõe.

Recorde-se que Nádia Aleixo saiu de casa no dia 24 na companhia do namorado  Adilson da Luz para comprar prendas de Natal e não voltou. Mas na tarde do dia 26, as autoridades viriam a encontrar o corpo de “Nady” num quarto alugado pelo companheiro na zona de Espia, com lesões no corpo, com maior incidência na região da cabeça e que os indícios “aparentam tratar-se de um homicídio”.

Devido aos sinais de decomposição que o corpo apresentava, este foi sepultado de imediato no cemitério. Por sua vez, Adilson da Luz, o suspeito autor do crime viria a desaparecer na tarde em que o corpo foi encontrado, mas foi detido na tarde de sexta-feira, 28, pela Polícia Judiciária na zona de Baía das Gatas.

 

  1. Nelson

    Matar quem mata alguém seria pouco castigo para tal barbaridade, deveriam era cortar os braços dessa pessoa e coloca-lo na prisão onde não tinha como defender dos abusos dos restantes reclusos.

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