Desaparecida há três dias: Mulher encontrada morta no quarto do namorado

27/12/2012 02:30 - Modificado em 27/12/2012 07:36

Foi encontrado, na tarde desta quarta-feira, um corpo sem vida numa residência na Ribeira de Cadela, na zona de Espia, ilha de São Vicente. Trata-se de uma mulher de 27 anos, de nome Nádia Aleixo, que estava desaparecida desde a tarde do dia 24. A vítima apresentava lesões no corpo que indiciam tratar-se de um homicídio.

 

Nádia Aleixo de 27 anos, foi encontrada morta numa habitação onde residia o seu companheiro, conhecido por “Vubra”, por volta das 17 horas desta quarta-feira. A delegada de Saúde não especificou as causas da morte, mas este online soube junto de entidades que participaram no exame realizado ao corpo, que este apresentava lesões com maior incidência na região da cabeça e que os indícios “aparentam tratar-se de um homicídio”.

O corpo foi levantado por volta das 19 horas pelos bombeiros depois da Delegacia de Saúde e da Polícia Judiciária terem autorizado a sua remoção, mas foi conduzido de imediato para ser sepultado no cemitério por apresentar sinais de decomposição. O que indica que a morte terá ocorrido no dia 24 de Dezembro, dia em que Nádia foi dada como desaparecida.

O caso está sob a alçada da Polícia Judiciária que está realizar investigações para saber o que terá sucedido à vítima. Mas este online soube que o namorado da Nádia, que residia na casa onde o corpo foi encontrado, é o principal suspeito com base nos indícios que aparentam tratar-se de um homicídio.

Mas o paradeiro do indivíduo é desconhecido depois dele ter prestado declarações às autoridades criminais. Recorda-se que a vítima saiu de casa, na tarde do dia 24, por volta das 17 horas, acompanhada pelo indivíduo, com o objectivo de comprar um presente na cidade, para participar da habitual troca de prendas com os familiares.

Em declarações ao NN, um irmão de Nádia disse que “por volta das 21 horas, ela ainda não tinha chegado para participar da ceia do Natal. Pensámos que ela poderia estar com amigos, pelo que através de duas amigas soubemos que ela lhes tinha enviado um sms pedindo para que lhe telefonassem. Foi então que ligámos para o seu telemóvel e após várias tentativas falhadas iniciámos contactos para saber do seu paradeiro”.

O nosso entrevistado acrescenta que “sem saber do seu paradeiro junto de familiares e amigos, a solução foi procurar o seu companheiro porque foram os dois que saíram para comprar o presente. Mas ele afirmou que pelo caminho passaram por sua casa para ele trocar de roupa. E que a deixou no quintal da habitação e quando regressou ao compartimento não a encontrou”.

  1. tristeza!

    concerteza o animal do seu namorado devera explicar tudo. isto somento para confirmar a autoria desta barbaridade e preparar para viver acima dos 20 anos na cadeia. mas primeiro deveria ser CASTRADO. srs. leitores desculpa-me esse comentario mas esse covarde não merece outro tratamento.
    fala-se muito em direitos humanos mas ao meu ver esses animais como este deve ter tratamentos desumanos pq direitos humanos é para pessoas e não para animais.

  2. Viviane rodrigues

    muito triste mesmo.
    pra kê tonte violencia meu deus, e agora,o kê k t ba ser d ke menin sem se mãe.
    kmanera k 1 pessoa t ba pode esplical tamanha violencia…

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