Tentaram roubar um carro dentro da garagem

24/04/2012 01:40 - Modificado em 24/04/2012 01:40

Uma residência da zona de Monte Sossego foi assaltada na madrugada de segunda-feira. Os assaltantes arrombaram a porta da garagem e roubaram sete computadores portáteis, cerca de cinco discos duros de computadores portáteis, quatro monitores plasma de computadores de mesa. O dono destes materiais faleceu há alguns meses

Os assaltantes arrombaram a porta de uma garagem e roubaram vários materiais informáticos: sete computadores portáteis, cinco discos duros para computadores portáteis, quatro monitores plasmas de computadores de mesa.

Os familiares estão perplexos com o acontecido: “o dono, que era técnico informático faleceu alguns meses atrás. Guardamos estes aparelhos naquela casa porque não sabíamos o que fazer com eles, mas estávamos a nos preparar para começar a vender algumas peças” – disse o irmão do falecido.

Os familiares não têm noção do montante que foi roubado. Porém afirmam que “aqueles objectos tinham um valor afectivo. Pois faziam lembrar o falecido irmão”.

O NN apurou, ainda, que os assaltantes tentaram roubar um carro que está na garagem. Porém não conseguiram rouba-lo porque este se encontra avariado.

  1. Marco

    Esse pessoal ta tud maluco nesse terra. Com falta de emprego es ta cabá por caí na onda de roubo.
    É verdade que tem faltá de emprego, mas maltas ta proveita desse situação pa faze asnera. Interessante que alguns loja chinês ta estot ta precisa sempre de empregados, mas…….. como pessoal já é doutorod sem ter nenhum papel “higiênico” pa comprova isso, es ta cabá por otcha que trabalha na chinês é pouco pa és! Fala sério, pessoal precisa tem mas força de vontade tb e para de afunda mas!!!

  2. Mindelense

    O pior de tudo Sr. Marcos, é as pessoas justificarem a falta de emprego com roubos e agressões físicas a pessoas inocentes. Pode não haver emprego, mas trabalho tem sempre.

    Por exemplo, o projeto “Casa para Todos” quando arrancou em S. Vicente mobilizou mais de 500 postos de trabalho, mas cerca de 400 pessoas vinda de outras ilhas e do continente é que assumiram a maioria destes mesmos postos. Muitos jovens de S. Vicente desistiram desse trabalho porque acharam que era para escravo.

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