Roubo de 30 mil escudos e agressão dá prisão preventiva

13/12/2012 01:13 - Modificado em 13/12/2012 01:13

O juiz teve mão pesada e mandou para a cadeia três indivíduos que participarem num assalto ao estabelecimento comercial, Matijim Snack-bar na ilha de São Vicente. Durante o assalto, os sujeitos agrediram um cliente e subtraíram cerca 30 escudos do caixa do bar, garrafas de bebidas alcoólicas, telemóveis e vários objectos.

 

Na madrugada de sábado, 8, por volta da uma hora, o Matijim Snack-bar na rua Santo António, conhecida por rua Matijim foi assaltada por um grupo de indivíduos. Por essa altura, o estabelecimento já se encontrava de portas fechadas, quando os sujeitos chegaram para comprar ¼ de grogue.

Segundo a proprietária “não tinha intenção de aceder ao pedido, mas acabei por agir de boa-fé porque uma cliente afirmou conhecer um artesão que fazia parte do grupo. Entregaram-me 200 escudos e quando voltei a prateleira para apanhar o grogue iniciaram o ataque. Um cliente reagiu e foi agredido, sob ameaça sentei-me apavorada numa cadeira a assistir o assalto sem poder fazer nada”.

Nessa altura no Matijim Snack-bar havia a proprietária e os dois clientes, sendo que a cidadã cabo-verdiana foi agredida no rosto. Por ter reagido ao assalto, o cidadão de nacionalidade portuguesa levou socos e pontapés e foi transportado ao hospital com ferimentos.

Questionado sobre o que os assaltantes roubaram no bar, a proprietária diz que “levaram-me os documentos de identificação e do bar, cerca de 30 mil escudos do caixa, garrafas de bebidas alcoólicas, pen drives e ainda roubaram aos clientes os seus telemóveis, dinheiro e outros objectos. Mas a polícia foi eficaz e nas suas diligências e capturaram parte desses elementos e recuperaram alguns objectos”.

NN apurou que a polícia identificou quatro indivíduos, entre eles um militar, que foram presentes ao Juízo Crime. Perante os factos lavrados no auto, três indivíduos reincidentes na matéria de roubo ficaram em prisão preventiva e ao militar foi lhe aplicado com medida de coacção, Termo de Identidade e Residência, porque contra si recai suspeitas do crime de receptação.

A proprietária do Matijim Snack-bar assegurou que desde que chegou a São Vicente em 2007, esta foi a segunda vez que o espaço foi alvo de assalto. A cidadã portuguesa acrescenta que “esta rua tem fraca iluminação e pouco movimento de pessoas, por isso há quem aproveite para praticar delitos. E com o sucedido fiquei numa situação péssima, mas espero que a justiça seja feita”.

  1. robert

    aquele militar devia ficar presso tambem, se calhar maior parte das agressões foi dele. bandidos o Juiz foi justo

  2. c.verdiano

    cada dia temos mais policias , mas a maior parte encontra se nos gabinetos com um computador em frente.

  3. fonseca

    Realmente temos muitos policias, a gestão do pessoal não anda a ser feito de melhor forma, acho que no gabinete devia ter simplesmente dois policias, e os restantes nas ruas a trabalhar, fazendo vigias nessas ruas com pouca movimentação, principalmente nos fins de semana, eles ficam só na rua de Lisboa a conversarem , entretanto os gatunos aproveitam para roubar nas ruas com poucos movimentos.

    Devem farzer melhor gestão do pessoal.

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