Estudantes cabo-verdianos em situação de despejo dependem da misericórdia do proprietário

7/12/2012 00:36 - Modificado em 7/12/2012 00:36

Mantém-se inalterável a situação do grupo de estudantes de Cabo Verde que estuda na Profiacademus, Escola Profissional de Santa Comba Dão em Portugal. Sem receber o subsídio para pagarem os três meses de alojamento em atraso, os estudantes podem ser despejados nos próximos dias, uma vez que a misericórdia do proprietário parece ter chegado ao fim.

 

Prestes a serem despejados do local onde residem por não pagar as despesas de alojamento, um grupo de estudantes a estudar em Portugal contactou o NoticiasdoNorte para manifestar o seu desespero: há três meses que a escola onde fazem o curso profissional não lhes concede o subsídio de alojamento.

Perante esta situação ficaram em dívida com os proprietários das residências onde habitam e que perderam a paciência alertando aos estudantes que se o problema prosseguir serão expulsos.

Com a faca e o queijo na mão, os responsáveis pelas habitações voltaram à carga para exigir o pagamento da renda. Porém os jovens afirmam que “depois do nosso pedido de socorro feito há 15 dias, a direcção da escola resolveu se reunir com os estudantes e prometeram que o problema seria resolvido com urgência para evitar o despejo”.

Mas estes estudantes dizem que a luz apresentada no fundo do túnel pela direcção Profiacademus, Escola Profissional de Santa Comba Dão , tende em não acender e como consequência nesta semana receberam a visita dos proprietários do local onde residem.

“A sua misericórdia pela situação que estamos a viver esgotou – se e e foram pedir o dinheiro. Como ainda não nos foi concedido o subsídio, ele disse que vai procurar o director da nossa escola para questiona-lo sobre o pagamento. Por isso estamos a aguardar a sua decisão, mas esperamos que isto se resolva” asseguram os estudantes.

  1. Dercio Santos

    Até parece que estamos a falar de cidadãos que de um pais que não tem nenhuma representação diplomática em Portugal. Tenho conhecimento próprios dos estudantes que até ainda ninguém da Embaixada se dirigi a eles para tentar seleccionar este problema.
    A minha pergunta é o seguinte:
    Se esses estudantes fosse filhos de algum governante estariam nessa situação?

  2. jusantos

    fidjo Zema unde qui sta La merca sabe de mundo meste mantiiiiiiiiiiiiiiii

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