Condutor envolvido num atropelamento mortal

5/12/2012 03:44 - Modificado em 5/12/2012 03:44

O processo-crime que envolve um condutor da empresa Armando Cunha foi enviado para o Ministério Público para se apurarem os factos que culminaram no atropelamento mortal do cidadão, Miguel Santos na rotunda da Ribeira Bote. O condutor atropelou a vítima que seguia para o trabalho numa bicicleta e que conduzido ao hospital, não resistiu ao traumatismo sofrido na cabeça.

 

Foi presente ao Juízo Crime, o indivíduo que conduzia uma viatura da empresa Armando Cunha que na manhã de ontem atropelou mortalmente Miguel Santos, um pedreiro de 55 anos dentro da rotunda da Ribeira Bote.

O condutor, Pedro Neves foi indiciado da prática de homicídio negligente porque do acidente resultou uma morte. Depois de prestar declarações ao tribunal, o magistrado aplicou-lhe Termo de Identidade e Residência e a apresentação periódica à polícia, isto é, duas das medidas de coacção que se aplicam em primeira instância ao crime dessa natureza.

Este online apurou que “tratando-se de um acidente que vitimou uma pessoa, o Estado tem o direito de intervir na situação. Trata-se de um homicídio negligente, onde se requer a aplicação da medida de coacção pessoal para que o Ministério Público faça diligências para determinar se o condutor teve culpa ou não na morte da vítima”.

 

Investigação

Quanto ao processo-crime, este foi enviado para a Procuradoria da República para se apurarem os factos que culminaram no acidente e na morte de Miguel Santos. Terminada a fase de instrução, o Ministério Público deduzirá a acusação para que o acusado seja submetido a julgamento.

Com a audição do condutor e das testemunhas que avistaram o acidente, o juiz que procede ao julgamento do indivíduo, vai decidir se aplicar as medidas cautelares do artigo 126º do Código Penal ou se optar pela absolvição do acusado.

 

  1. no name boy

    na estrada estamos sujeitos á tudo, portanto ñ façam nenhum julgamento sem 1º terem a certeza da verdade do acontecimento.

  2. artur ramos

    Lamento por esta morte mas é preciso tomar medidas em relação à circulação de bicicletas na via publica

  3. Condutor.

    Os meu sentimentos aos familiares da vitima.
    Mas muita atenção em fazerem julgamentos sobre quem dirige e que tem como o seu ganha pão a condução. Pois quem dirige um carro em São Vicente é só ter a infelicidade de ter um acidente que os leigos vão já dizendo que tal condutor (inocente ou não) embateu em uma pessoa ou bicicleta com pessoa. Vejamos condução é considerada uma actividade de risco, mas é comum em São Vicente, pedestre entrarem nas passadeiras sem cautela nenhuma, não se preocupando

  4. Condutor.

    … “ciclistas” ultrapassando carros, ciclistas com auscultadores nos ouvidos, ciclistas não respeitando sinais nem regras algumas de transito, ciclista sem eluminação nem colete de sinalização à noite. Pergunto existe alguma legislação a circulação destes “ciclistas” nestsa condições? só existe INDEDMIZAÇÕES NEM MEU POVO!

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