Augusto Neves: “As acusações de Alcides são falsas e levianas como é seu timbre”

12/10/2018 16:04 - Modificado em 12/10/2018 16:16

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O Presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves rebate as acusações do presidente da Comissão Política Regional (CPR), Alcides Graça, feitas esta quinta-feira,  sobre a alegada “falência” da Câmara Municipal de São Vicente e consequente bancarrota do Município, entre outras acusações.

O  Presidente da Câmara Municipal de São Vicente assegura que a divída da câmara é “comportável e que as acusações são falsas e levianas”. E diz que partem de alguém “sem prestigio e sem  competência, que nem sequer no PAICV é levado a sério , pois ele é o responsável por ter colocado esse partido como última força política na ilha”.

O edil mindelenses  assegura  que  o orçamento de 2019, aprovado pela Assembleia Municipal, é de um bilhão e 150 milhões de escudos cabo-verdianos. Sobre este número remete ao facto da Câmara da ilha e do Governo serem do mesmo partido. “Hoje podemos fazer um orçamento digno e real  para esta ilha, porque temos os Fundos do Ambiente, Turismo, Rodoviário e contratos programas”, destaca Neves realçando o facto que com o governo do PAICV era impossível de fazer.

Em relação ao empréstimo dos 20 milhões, Augusto Neves explica que este tem como base a requalificação, através de asfaltagem das principais avenidas e ruas do centro histórico da cidade, a reabilitação do prédio da ex-conservatória dos Registo e Notariado de São Vicente e a asfaltagem da estrada de Ribeirinha, uma das zonas mais populosas da cidade.

Portanto, assegura que não se pode fazer muito, mas pode-se fazer aos poucos e o importante é fazer. Porque estas obras, afirma, irão abrir mais oportunidades de empregos e descongelamento de vagas para abertura de concurso público. “Este senhor (Alcides Graça), confunde concurso público para recrutamento de quadro com generais de campanha”.

E deixa claro que a equipa camarária está a trabalhar com “muita competência e seriedade”

Ainda sobre as dívidas da Câmara, diz que as dívidas reais são os empréstimos feitos à banca e os outros, a que Graça refere, são despesas correntes.

Acrescenta ainda que “jamais faremos empréstimos sem fazer um estudo de viabilidade e sem trabalhar com as leis de finanças locais. Essa câmara tem uma dívida comportável, a lei nos dá a possibilidade de chegar até aos 15% das íividas correntes e neste momento estamos a 12%. Ou seja, estamos com uma folga que nos deixa à vontade”.

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