Vigilantes de segurança privada ameaçam com nova manifestação

8/10/2018 15:04 - Modificado em 8/10/2018 15:04

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O Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pescas (SISCAP), diz que caso o governo não responda ao pedido da comissão paritária, no sentido de se criar as condições para no quadro do Orçamento do Estado para 2019, implementar o ACT e tomar uma série de outras medidas como a regulação económica do sector, os vigilantes vão partir para uma manifestação.

De acordo com o secretário permanente do SISCAP, Francisco Barradas, citado pela Inforpress, o Governo é o principal responsável pela situação precária em que vivem os vigilantes das empresas de segurança privada.

De recordar que em Maio passado, os vigilantes haviam realizado uma greve que, entretanto ficou sem efeitos devido à requisição civil.

“Vamos iniciar com uma manifestação para mostrar ao Governo e as empresas o descontentamento dos trabalhadores e depois da manifestação, se não se voltarem à mesa das negociações para negociarmos as nossas reivindicações poderemos, de acordo com as indicações dos trabalhadores, avançar para uma greve”, disse a mesma fonte.

O sindicato e os vigilantes querem uma nova grelha salarial, a regularização dos descontos para o INPS, pagamento das horas extras, regularização do horário de trabalho.

De acordo com o ACT, o montante a ser pago por um posto de 24 horas com quatro homens passa a ser de 180 mil escudos nas ilhas do Sal e da Boa Vista e 150 mil escudos nas outras ilhas, sendo que o salário mínimo dos vigilantes é de 21 e 17 mil escudos respectivamente.

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