Reacção ao OGE: a maioria das pessoas está apreensiva e a minoria confusa

28/11/2012 01:02 - Modificado em 28/11/2012 01:02
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NN foi ouvir a opinião dos mindelenses sobre o Orçamento Geral do Estado que ,ontem, foi aprovado com os votos favoráveis do PAICV .A maioria dos nossos entrevistados está apreensiva. A minoria está confusa sobre o que o OGE pode significar na sua vida.

 

Para Rogério Andrade, do que tem ouvido das bancadas ainda não chegou a nenhuma conclusão, “visto que os debates não têm sido muito esclarecedores” sobre as suas dúvidas. Natalino Cruz é crítico em relação aos debates pois, para ele, “os partidos defendem as próprias ideias e nada mais” e o interesse das pessoas é, muitas vezes, subvalorizado.

Na sua essência, a preocupação com o Orçamento centra-se “nos problemas que podem trazer no próximo ano”. Luciliano Delgado quando fala desse Orçamento sente que “as pessoas irão ter problemas” e dá o exemplo das taxas de água e energia que podem subir enquanto a do combustível pode descer. “Este Orçamento preocupa principalmente as pessoas com menos recursos”. Na sua apreciação, Rogério diz o OGE “não trás quase nada de inovador em relação às políticas de criação de emprego jovem, nem do apoio ao ensino, nem politicas direccionadas às famílias de baixo rendimento”. E na mesma linha de pensamento, encontra-se a Ana Lúcia que tem seguido os debates sobre o assunto e diz que “será mais sufoco no ano que vem”.

Ilídio somente espera que tudo possa ir bem para Cabo Verde e que as pessoas possam viver bem. Apesar da importância do documento, muitos são os que não possuem uma opinião formada sobre o assunto. O desejo formulado é como o do Ilídio: que tudo possa ir bem.

 

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