São Vicente: Faltam pílulas contraceptivas em centros de saúde

26/09/2018 17:32 - Modificado em 26/09/2018 17:32

 A falta de pílulas contaceptivas na maioria dos centros de saúde do Mindelo é uma situação que se arrasta à dois meses.  Porém, os responsáveis dessas unidades de saúde adiantam que a situação estará resolvida no princípio de Outubro. Esta situação vem causando bastantes constrangimentos às jovens que procuram os centros de saúde para fazer o seu acompanhamento.

O contraceptivo em questão é a pílula Microginon, uma das mais utilizadas pelas mulheres como contraceptivo e normalmente é fornecido nos centros de saúde, mediante um pagamento de cem escudos e em três carteiras para serem usadas em três meses.

A situação só não é tão grave porque o medicamento em questão, que é fornecido  pela Direcção-Geral de Farmácias, pode ser adquerido nas farmácias da ilha.

Um “constrangimento” que, segundo a responsável pelo sector de Saúde Reprodutiva do Centro de Saúde de Bela Vista, Emely Santos, acontece “pela primeira vez”.

“Nunca tinha acontecido antes, mas temos feito todos os esforços para o contornar”, explicou Emely Santos que, mesmo assim, não sabe explicar a razão desta ruptura de ‘stock’ que, acrescentou, abrange apenas as pílulas da marca Microginon, por sinal a mais utilizada pelas mulheres.

Por outro lado, ajuntou, recomenda-se também a experimentação de outros métodos contraceptivos.

“Há outros métodos mais seguros e de longa duração como injectáveis, implantes e dispositivos intra-uterinos que as pessoas podem optar e as mulheres que sabem que devem se prevenir contra gravidez, têm feito outras escolhas”, assegurou Emely Santos, com garantia de “uma grande adesão” para esses outros métodos.

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