A guerra das palavras e não só

27/11/2012 00:55 - Modificado em 27/11/2012 00:55
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Depois de várias acções isoladas levado a cabo pelo MpD e PAICV evidenciando a sua leitura sobre o orçamento de estado para 2013, os dois partidos encontraram-se na Assembleia Nacional para discutir o orçamento de estado. O governo defendeu documento aprestando, e o Primeiro-ministro, José Maria Neves, usou a mesma frase da Ministra das Finanças, Cristina Fontes, para classificar o documento, dizendo que é uma proposta de orçamento prudente e ambiciosa”, que “foi perspectivada num quadro global desolador e de profundas incertezas”.

 

Por outro lado o presidente do MpD, Carlos Veiga discorda do primeiro-ministro da ambição e prudência deste orçamento . Para o líder do MpD o OGE não vai contribuir para a melhoria das condições de vida dos cabo-verdianos. A UCID pela voz do seu líder, António Monteiro, exige prudência mas em relação ao nível da divida do país. “, e pergunta se este orçamento não leva em conta o clima vivido na Europa “Queremos seguir esse mesmo caminho?”.

Na guerra das palavras os Veiga e Neves acusam um ao outro de discurso ultrapassado. Para Neves o MpD está com o mesmo discurso desde de 2001, inclusive “as mesmas palavras e expressões”..

Veiga assume a repetição do discurso, por o governo não ter dado ouvidos as criticas “Tínhamos razão no sentido de que os investimentos que estão a ser feitos, não estão a contribuir para o crescimento da economia ao nível desejado e nem estão contribuir para a redução do desemprego”.

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