Grupo “Eskedinha” organiza Show beneficente em prol das crianças

17/08/2018 11:46 - Modificado em 17/08/2018 11:46
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“Uma criança, um kit escolar” é a designação da iniciativa criada pelo grupo de cariz social e cultural da zona de Cruz João Évora para ajudar as crianças menos favorecidas. O show realiza-se este sábado, 18 de Agosto e as receitas irão reverter para a construção de uma placa desportiva em Chã de Marinha.

Este é o quarto ano deste projeto, que este ano junta na FIC Laginha diversos artistas nacionais para que possam continuar a ajudar as crianças, não só com kits escolares, mas também melhorar o espaço físico que estudam, avança Frederikson Francês, presidente do grupo Eskedinha.

“Este ano a proposta é maior. Esse projecto já não é apenas de Espia e Fonte Inês como tem sido. Agora é um projecto de São Vicente pois expandimos o nosso horizonte, para tal optamos por ajudar a escola de Chã de Marinha, escola esta com bastantes problemas, numa área enorme que possui dois blocos, um onde se encontra a sala de aula, outro com a cozinha, dispensa e casa de banho e o resto é terra batida, daí a não possuir as melhores condições para as crianças brincarem no intervalo” explica a mesma fonte.

Este assegura que abraçaram este projeto com o objetivo de construir a placa desportiva e também o calcetamento. Neste momento contam com o apoio da Câmara neste sentido, o que ajudou a diminuir o orçamento antes avaliado em 2.500 contos, conforme Frederikson Francês.

Esse show beneficente conta com um grande leque de artistas que resolveram abraçar este projecto. Nomes como Edson Oliveira, Jorge Sousa, Damião Matias, Dulce Mathias estão entre outros artistas  locais que teem como objectivo ajudar a conseguir a verba necessária para a realização das obras.

Estes afirmam que aceitaram o convite porque também querem dar o seu contributo. “Não é uma obrigação, mas um direito de todos nós juntar para ajudar em causas como esta”, assegura Jorge Sousa.

Por seu lado, a delgada de educação da ilha assegura que este é um projeto que foi abraçado pela delegação desde da “primeira hora”, porque é uma forma de ajudar a instituição, quando se ajuda as escolas a terem mais condições para que as crianças possam estudar num ambiente mais agradável e confortável e que isso reflecte-se no próprio processo de avaliação.

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