Serviço de Pediatria do Hospital Agostinho Neto é alvo de desinfestação

9/08/2018 07:55 - Modificado em 9/08/2018 08:14
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O serviço de Pediatria do Hospital Agostinho Neto (HAN) está a ser alvo de uma campanha de desinfestação, o que levou a transferência da ala de internamentos para um outro espaço, informou o diretor Júlio Andrade.

Em declarações à Inforpress, Júlio Andrade disse que esta “é uma situação recorrente”, pois, “há muitos anos” e “com frequência” que o hospital da Praia é alvo de infestações por pulgas, baratas, percevejos, dentre outras pragas e insetos levadas por pessoas em objetos e até comidas.

O diretor do HAN explicou que as infestações acontecem com mais frequência nos serviços da Pediatria, embora haja também outros serviços afetados.

“Neste momento nós vamos fazer uma desinfestação radical no serviço da Pediatria para que, no futuro, não tenhamos essa necessidade, porque vamos tomar medidas de fundo”, disse Júlio Andrade explicando que este trabalho está a ser feito por partes, uma vez que “não é possível substituir um serviço a 100 por cento”.

Segundo informou, esta semana a desinfestação está a ser feita no serviço de internamento, situada no primeiro andar da Pediatria, que foi transferido provisoriamente para o espaço onde funcionam quartos particulares.

Depois será a vez da Urgência Pediatra, que funciona no rés-do-chão, receber a desparasitação e, por isso, será também transferida para quartos particulares.

“Temos de tirar as crianças, por questões de segurança e fazer a desinfestação que leva, mais ou menos, uma semana. Vamos fazer três ciclos de desparasitação, não só do parasita adulto, mas também das larvas”, afirmou o diretor do HAN.

Além da desparasitação, Júlio Andrade avançou que a direção do Hospital Agostinho Neto vai “tomar outras medidas de fundo” nomeadamente criar condições para que as mães não levem nada de casa, nem roupas, comidas e outros produtos que possam levar insetos e para o hospital.

“Vamos fazer um esforço para abrir uma nova lavandaria, já adquirimos lençóis, vamos adquirir batas para as mães”, explicou Júlio Andrade informando que se vai “modificar completamente” o serviço da Pediatria.

“As pessoas não podem continuar a trazer produtos de casa. Há ainda o risco de levar infeções para o domicílio”, alertou ainda o diretor do HAN, completando que, depois e paulatinamente vai se fazer a extensão dessas políticas para outros serviços do hospital.

Em declarações à Inforpress, Júlio Andrade disse que esta “é uma situação recorrente”, pois, “há muitos anos” e “com frequência” que o hospital da Praia é alvo de infestações por pulgas, baratas, percevejos, dentre outras pragas e insetos levadas por pessoas em objetos e até comidas.

O diretor do HAN explicou que as infestações acontecem com mais frequência nos serviços da Pediatria, embora haja também outros serviços afetados.

“Neste momento nós vamos fazer uma desinfestação radical no serviço da Pediatria para que, no futuro, não tenhamos essa necessidade, porque vamos tomar medidas de fundo”, disse Júlio Andrade explicando que este trabalho está a ser feito por partes, uma vez que “não é possível substituir um serviço a 100 por cento”.

Segundo informou, esta semana a desinfestação está a ser feita no serviço de internamento, situada no primeiro andar da Pediatria, que foi transferido provisoriamente para o espaço onde funcionam quartos particulares.

Depois será a vez da Urgência Pediatra, que funciona no rés-do-chão, receber a desparasitação e, por isso, será também transferida para quartos particulares.

“Temos de tirar as crianças, por questões de segurança e fazer a desinfestação que leva, mais ou menos, uma semana. Vamos fazer três ciclos de desparasitação, não só do parasita adulto, mas também das larvas”, afirmou o diretor do HAN.

Além da desparasitação, Júlio Andrade avançou que a direção do Hospital Agostinho Neto vai “tomar outras medidas de fundo” nomeadamente criar condições para que as mães não levem nada de casa, nem roupas, comidas e outros produtos que possam levar insetos e para o hospital.

“Vamos fazer um esforço para abrir uma nova lavandaria, já adquirimos lençóis, vamos adquirir batas para as mães”, explicou Júlio Andrade informando que se vai “modificar completamente” o serviço da Pediatria.

“As pessoas não podem continuar a trazer produtos de casa. Há ainda o risco de levar infeções para o domicílio”, alertou ainda o diretor do HAN, completando que, depois e paulatinamente vai se fazer a extensão dessas políticas para outros serviços do hospital.

Inforpress

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