DNE apresenta sistema de sinalização e da avaliação de alunos com necessidades educativas especiais em Cabo Verde

2/08/2018 07:21 - Modificado em 2/08/2018 07:21
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O Ministério da Educação, através da Direção Nacional de Educação, promoveu nesta terça feira, 31 de julho, na cidade da Praia, um encontro para a apresentação do sistema de sinalização e da avaliação de alunos com necessidades educativas especiais (NEE) em Cabo Verde. Trata-se de um documento orientador de procedimentos e ações a desenvolver para as crianças com Necessidades Educativas Especiais de carácter permanente, tendo em vista o aperfeiçoamento da funcionalidade dos apoios educativos e da adequação das respostas educativas a proporcionar a estas crianças

Segundo a especialista portuguesa Célia Sousa, que apoiou na elaboração deste documento, “o sistema de sinalização permite dotar o país de uma legislação que possibilita dar respostas a todos os alunos”.

De acordo com aquela especialista nenhuma criança com deficiência pode ficar fora da escola, devendo todas elas ter uma resposta adequada as suas capacidades. “As escolas têm que sofrer adaptações de forma a que possam atender a todos os alunos, não obstante a sua deficiência, dificuldades de aprendizagem, etnia, entre outros aspetos”.

Segundo a mesma , qualquer pessoa pode fazer a sinalização de crianças com necessidades educativas especiais, desde pais encarregados de educação, familiares, amigos, serviços de saúde, segurança social, bem como os professores, caso detetarem que estas crianças ou jovens necessitam de uma resposta educativa mais especializada, cabendo aos mesmos enviarem um relatório para os delegados do Ministério da Educação, que por sua vez farão chegar as equipas multidisciplinar de apoio à educação inclusiva sediadas em todos os concelhos do país.

Os referidos técnicos procederão com ações no intuito de perceber o grau de dificuldades que as crianças possuem. “Se é uma criança com necessidades educativas especiais de carácter temporário, as respostas têm que ser explicadas às escolas de forma a suprir esta questão. Entretanto, se for algo permanente (ou seja, para toda a vida), sugere-se um conjunto de medidas a fim de permitir que estas crianças permaneçam na escola com um currículo adequado as suas capacidades”, salientou Célia Sousa.

 

Governo.cv

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